Rss-feed

Espaço para os integrantes publicarem informações e trocarem idéias.


Qual é a do Google agora?

November 25, 2009, by Paulo Morais - No comments yet


Na semana passada, o Google, o gigante cool da internet, lançou na rede a primeira versão de testes de seu sistema operacional, o Chrome OS. Anunciada em julho deste ano, a iniciativa de produzir um concorrente para o Windows criou enorme expectativa na comunidade do software livre. Isso porque o Google já anunciou de cara que o programa será baseado no Linux. Muita gente dos blogs de tecnologia comemorou a novidade, profetizando que o sonho da derrubada do monopólio de Bill Gates pelo sistema livre estaria próximo de virar realidade.

A euforia com o novo sistema, no entanto, começou a ruir com o lançamento da versão alfa para os usuários. Difundido via torrent (tecnologia livre de transferência de dados), o ChromiumOS (nome da versão preliminar) começou a pipocar nos mesmos blogs e as primeiras impressões não foram lá das melhores. Quem imaginou um sistema que possa fazer frente ao Windows ficou decepcionado. E, além disso, os primeiros testes despertaram um espírito crítico em relação à postura do Google para com seus usuários.

Afinal de contas, o que é o ChromiumOS? Tomado por essa curiosidade, resolvi baixar o torrent e rodá-lo no meu computador. Quem se interessar, pode aprender como fazer neste tutorial (se não tiver alguma experiência, mesmo que pouca, com computadores, não faça isso em casa).



O sistema operacional do Google foi pensado para funcionar exclusivamente sob conexão com a Internet. Foi designado, ainda, para netbooks, os computadores pessoais ultraportáteis, com telas de 8 a 10 polegadas. O pessoal do ChromiumOS pensa neste tipo de máquina exclusivamente como um portal de entrada para a rede. Assim, quando você ligar o computador (imagem acima), ele já pede de cara seu login e sua senha de acesso aos serviços do Google (Gmail, Orkut, Agenda, Maps, Picasa, Blogger, YouTube, Docs, Reader e Grupos).



Pois bem, você entrou com sua senha? Tem então acesso a todos estes serviços automaticamente. O sistema não tem janelas, menu iniciar, ícones ou coisas que estamos acostumados em nossos tradicionais desktops. Tem apenas um navegador, que ocupa toda a tela do PC, por onde o usuário navega na rede (imagem 2). Sim, esta é a única opção a que você tem direito: navegar na internet. Tudo o que você venha a querer fazer (ler textos, ouvir música, editar vídeos, desenhar, etc), só poderá ser feito em serviços oferecidos na internet para tal fim.

Evidentemente, há uma lógica por trás disso. Ninguém vai usar um computador com tela de 9 polegadas para tarefas como editar vídeos, por exemplo. A tendência, e o Google quer reforçar isso, é de que os ultraportáteis sirvam apenas para o usuário checar compromissos, ler e-mail, marcar reuniões, trocar ideias com amigos on-line. Mas a tendência, com o Google Chrome, é que esta seja a única opção. Se você, por exemplo, estiver sem conexão com a internet, seu computador simplesmente não vai passar da tela de login. Ficar sem conexão será como ficar sem energia elétrica.

É a esta filosofia que o Google chama de navegação em nuvem. Tudo o que produzirmos não ficará armazenado em nossos computadores, mas sim numa nuvem de informações, a qual acessaremos de qualquer máquina sempre que precisarmos. E quem ganha com isso?

O Google, é claro. A empresa oferece tudo o que se pode imaginar na rede. Pelo conjunto de serviços que disponibiliza aos usuários (relembrando: Gmail, Orkut, Agenda, Maps, Picasa, Blogger, YouTube, Docs, Reader e Grupos), a gigante da rede tem arquivado em seus computadores informações sobre com quem trocamos e-mails, de quem somos amigos, quais nossas preferências, onde moramos, por onde andamos, quais ideias defendemos, por qual time torcemos, para qual partido votamos, o que gostamos de ler, ouvir, assistir. Com todas essas informações o Google comercializa publicidade direcionada (os famosos links patrocinados). Para os mais críticos, a prática nada mais é do que roubar e vender nossas almas ao sistema capitalista.

Bom, não vamos chegar a tanto. Mas é no mínimo muito bizarro pensar que uma empresa distribui um sistema que nos vincula obrigatoriamente a seus serviços e nós, voluntariamente, entregamos todos os nossos dados a ela. Por mais que o sistema será gratuito e de código aberto, o Google Chrome OS não tem nada de puritano. Imagine daqui a algumas décadas, caso a filosofia da navegação em nuvem vingue. Pense o poder de um empresa que passou quarenta, cinquenta anos catalogando tudo o que 2, 3 ou 4 bilhões de pessoas registraram da própria vida. Onde vai parar tudo isso?



Olhares Indígenas – Pontão de Cultura Vídeo nas Aldeias - PE

September 17, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet


A_gente_luta__mas_come_fruta Está “no ar” a série de Curtas Vídeo nas Aldeias: Olhares Indígenas. São 6 vídeos curtinhos, que oferecem um panorama da produção dos realizadores indígenas de várias partes do Brasil, e resume o momento atual do projeto Vídeo nas Aldeias. Os vídeos também exemplificam o amplo leque das temáticas abordadas pelos realizadores indígenas: de histórias tradicionais contadas pelos mais velhos, a práticas cotidianas das aldeias, passando pela relação com os recursos naturais, estratégias de sustentabilidade, e relação com o mundo de fora, até intercâmbios culturais. Dos vídeos, "A gente luta mas come fruta: trailer" (Ashaninka) e "Nós e a cidade" (Mbya-Guarani), são releituras resumidas de filmes anteriores, "Bimi: Mestra de Kenes" (Hunikui), e "Troca de Olhares" (Hunikui/Ashaninka) são prévias de trabalhos a serem lançados futuramente, com enfoques diferentes, já "A História do Monstro Kátpy" (Kisêdjê), e "Kidene: Academia Kuikuro", são obras originais no seu formato final.

Todos os vídeos foram editados num encontro de realizadores indígenas ocorrido em Agosto de 2009 na sede do Vídeo nas Aldeias, em Olinda, com o apoio do Programa Ponto Brasil, da TV Brasil, que veiculará os curtas num especial Vídeo nas Aldeias. Para maiores informações, para saber mais, assistir ou adquirir obras dos realizadores indígenas no site do Vídeo nas Aldeias ou no  canal do Youtube


ATENÇÃO: É necessário ativar as legendas do Youtube ("close captions"). O menu de legendas fica no canto inferior direito da tela, e lá é possível escolher o idioma.



Olhares Indígenas – Pontão de Cultura Vídeo nas Aldeias - PE

September 16, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet


A_gente_luta__mas_come_fruta Está “no ar” a série de Curtas Vídeo nas Aldeias: Olhares Indígenas. São 6 vídeos curtinhos, que oferecem um panorama da produção dos realizadores indígenas de várias partes do Brasil, e resume o momento atual do projeto Vídeo nas Aldeias. Os vídeos também exemplificam o amplo leque das temáticas abordadas pelos realizadores indígenas: de histórias tradicionais contadas pelos mais velhos, a práticas cotidianas das aldeias, passando pela relação com os recursos naturais, estratégias de sustentabilidade, e relação com o mundo de fora, até intercâmbios culturais. Dos vídeos, "A gente luta mas come fruta: trailer" (Ashaninka) e "Nós e a cidade" (Mbya-Guarani), são releituras resumidas de filmes anteriores, "Bimi: Mestra de Kenes" (Hunikui), e "Troca de Olhares" (Hunikui/Ashaninka) são prévias de trabalhos a serem lançados futuramente, com enfoques diferentes, já "A História do Monstro Kátpy" (Kisêdjê), e "Kidene: Academia Kuikuro", são obras originais no seu formato final.

Todos os vídeos foram editados num encontro de realizadores indígenas ocorrido em Agosto de 2009 na sede do Vídeo nas Aldeias, em Olinda, com o apoio do Programa Ponto Brasil, da TV Brasil, que veiculará os curtas num especial Vídeo nas Aldeias. Para maiores informações, para saber mais, assistir ou adquirir obras dos realizadores indígenas no site do Vídeo nas Aldeias ou no  canal do Youtube


ATENÇÃO: É necessário ativar as legendas do Youtube ("close captions"). O menu de legendas fica no canto inferior direito da tela, e lá é possível escolher o idioma.



A melhor distância entre pontos é o encontro - MS

September 14, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

Grafite

O pessoal da região Centro - Oeste promoverá um grande encontro dos Pontos de Cultura. O "Encontro no Ponto" acontece de 16 a 20 de setembro, com direito oficinas que vão de Elaboração de Projetos a Webrádios, além de uma feira com todos os produtos gerados pelos Pontos de Cultura possibilitando a troca e a sustentabilidade econômica. Além disso uma oficina de percussão com os Tambores de Tocantins faz parte da programação do evento.

O encontro quer promover um painel de experiências entre Pontos de Cultura de várias regiões brasileiras, Casas Brasil, comunidades indígenas e outros grupos sociais de MS. Pretende estabelecer laços e fortalecer o relacionamento dos Pontos de Cultura da rede MS com a rede da região Centro – Oeste e de outras regiões do país.

Público Alvo: Coletivos de cultura, Pontos de Cultura, Casa Brasil, grupos de economia solidária, comunicação independente, associações e fundações, estudantes e interessados em multímidia, comunicação e artes.  Todas as atividades são gratuitas.

Os interessados nas Oficinas devem inscrever-se através  da ficha de inscrição que está no site www.pontaodeculturaguaicuru.org.br. Após preenchida a ficha deve ser enviada para o e-mail octteatro@gmail.com.

Se as inscrições excederem o número máximo para cada Oficina, haverá  seleção dos inscritos.  A lista com os nomes aprovados será confirmada  no site no dia 15 de setembro.


Programação completa, endereços e mais informações, clique aqui



Megafone, projeto global

September 10, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

Para quem vive e pesquisa e navega no ciberespaço, aqui vai uma dica bacana de projeto global.

O projeto Megafone do artista espanhol Antoni Abad une TI e conteúdo de uma forma surpreendente. São vários grupos sociais de todas os cantos do globo que estão mapeando o mundo  contemporâneo.

Sp No Brasil os motoboys foram escolhidos para montar o Canal Motoboy. São audios, imagens (foto do Ronaldo de SP 8/9/2009) e textos  produzidos em tempo real.

Vale a pena conhecer!



A economia do Software Livre

September 2, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

Lula defende software livre ao participar de evento em Brasília

 

Na abertura do Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou que o software livre tem sido uma importante ferramenta para a democratização do conhecimento e renovação dos relacionamentos sociais. (...)

De acordo com o presidente, desde que o governo adotou o software livre, já economizou R$ 370 milhões com a compra de programas de computador e aplicativos. As Forças Armadas, Caixa Econômica Social e Banco do Brasil são alguns que já aderiram ao uso do software aberto.

O Ministério da Educação já distribuiu 400 mil computadores. Até 2010, a meta é distribuir 800 mil computadores, atendendo 93% dos alunos da rede pública de ensino.

Carolina Pimentel, repórter da Agência Brasil

Texto na íntegra, clique aqui



Primeiras impressões sobre o Open Shot, novo editor de vídeos para Linux

August 31, 2009, by Paulo Morais - One comment

Esta é uma boa notícia que descobri pelo BR-Linux, e que serve para animar a comunidade da cultura digital. Como vocês acompanharam na última postagem, conversamos com o pessoal de alguns Pontos de Cultura que estavam no Fórum do Brasil Memória em Rede sobre o uso de software livre nos projetos de audiovisual. As conversas variavam sobre o tema, mas todos alegaram muita dificuldade em migrar para os programas de edição do Linux, o que não é à toa: estes programas estão muito aquém dos disponíveis para o Windows, queira a comunidade do Software Livre ou não.

Enfim. Pelo menos na semana passada parece ter chegado uma luz no fim do túnel. A novidade se chama Open Shot. Trata-se de um novo editor de vídeo não-linear para Linux. A novidade foi postada no site BR-Linux em 27 de agosto e parece ter sido lançada em maio deste ano. No site do projeto Open Shot é possível encontrar o pacote em formato .deb para baixar e instalar no Ubuntu. No nosso caso, baixamos e tentamos instalá-lo, mas houve conflito com uma dependência chamada python-pygoocanvas, que teve de ser resolvida usando a ferramenta git-core.

Vamos falar agora do que realmente importa nessa história toda. Os programas de edição não-linear de vídeo disponíveis para Linux apresentam uma série de deficiências. Na pesquisa que estou realizando nos últimos meses, testei os seguintes: Avidemux, Kino, Cinelerra, Open Movie Editor, Lives e Kdenlive. Todas estas opções encontrei nos fóruns e tutoriais da comunidade. De todos, o Cinelerra, o Open Movie e o Kdenlive foram os mais apresentáveis, porém nenhum era lá grandes coisas. Não que eu achasse que iria encontrar um Adobe Premiere de código aberto, nada disso. Mas acontece que, em nenhum dos programas citados, eu consegui abrir, importar arquivos, editar e exportar logo de cara. Todos levaram alguns dias para que eu conseguisse algum resultado legal. Eis as impressões de alguns deles:


1. Cinelerra: (screenshot daqui) parece ser o mais badalado pelos pontos de cultura. Porém, é feio que dói e também não é muito intuitivo. Foi difícil encontrar o pacote para baixar e instalar. Começar a editar nele exigiu bastante paciência, com muita leitura de tutoriais e manuais disponíveis na rede. Acabou que não consegui realizar a tarefa completa, da importação à exportação dos vídeos.


2. Kdenlive: (screenshot site oficial) já pareceu mais adequado. É um pouco mais bonito, só que é feito para o KDE e não para o Gnome, o que dificultou um pouco a instalação no Ubuntu. Travou várias vezes e não conseguiu importar uma variedade de formatos de vídeo.


3. OpenMovie: (screenshot site oficial) esse foi o que se saiu melhor nos meus testes. Consegui abrir alguns vídeos em mpeg, sair editando e exportar, com alguma facilidade. Mas o maior problema é a feiúra do programa. Desanima qualquer um. Mas quebra lá o seu galho. Tem tutoriais no YouTube que ajudam.

É bom ressaltar que todos deram problemas na hora de importar os vídeos. Vários formatos, como o AVI, por exemplo, não puderam ser carregados. Consegui efetivamente montar alguma edição no OpenMovie, porém ele exporta apenas para o formato aberto OGG. Como se vê, as impressões não foram muito positivas, o que só reforça a opinião de quem eu já tinha consultado sobre o assunto.

Pois bem, procurando então mais uma vez no Google sobre o edição de vídeo em Linux, eis que surge a surpresa. Quando fiquei sabendo do Open Shot, já o baixei e instalei no meu notebook. A primeira coisa que chama a atenção e já faz este programa ganhar de goleada dos demais é a aparência, como vocês podem ver no screenshot que fiz:



Passei o fim de semana estudando um pouco o programa. Ele se mostrou ainda por terminar, e o próprio site do projeto diz isso. Trata-se de um programa em desenvolvimento, como todo software livre. Logo, apresentou algumas limitações. Mas nada que tirasse a empolgação do primeiro contato. Lembrou um pouco do Windows Movie Maker, com a vantagem de ter mais trilhas de edição. Outra vantagem em relação aos outros editores do Linux foi a facilidade em importar os arquivos e editá-los. O Open Shot carregou numa boa os arquivos MPG que tínhamos filmado na gravação de alguns depoimentos para o Prêmio Culturas Populares, do Ministério da Cultura. Resolvi começar a brincar e ver no que ia dar.

O programinha se mostrou bem intuitivo e fácil de manipular os vídeos, embora tenho que admitir que deu algumas travadas. Mexendo na edição de legendas, deu para descobrir que ele usa o formato SVG para colocar textos nos vídeos. Isso já facilitou bem o trabalho, pois foi só usar o InkScape para montar as legendas. Deu para montar, também, um pequeno símbolo da Viraminas para usar no cantão da tela, inaugurando assim a primeira transmissão da TV Viraminas :). Foi uma pena que não consegui gravar o programa funcionando com o gtkrecordmydesktop, parece que deu algum conflito. Caso tivesse conseguido, postaria aqui um primeiro video-tutorial. Fica para a próxima.

Quem também se empolgar e quiser mexer no Open Shot, tem que lembrar apenas que é um programa que não está pronto. As transições, por exemplo, são um problema. Não consegui fazê-las funcionar direito. Mas, como são apenas as primeiras impressões, temos que admitir que esse programa tem futuro. A comunidade dos Pontos de Cultura pode festejar. E, para marcar esse primeiro encontro, deixo aqui uma pequena amostra do depoimento do seu Jaime Darcy, da Companhia de Reis Tira-Couro, de Três Corações. Ele foi gravado em uma câmera digital Sony na Casa da Cultura Godofredo Rangel. Não reparem nos errinhos de edição, afinal é um vídeo experimental, criado num programa experimental.



Arte e Tecnologia na Unicamp - SP

August 28, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

A curadoria de Arte e Tecnologia promove no dia 3 de setembro, quinta-feira, na Unicamp, o Seminário Sobre Arte e Tecnologia no Fórum da Cultura Digital Brasileira.

O objetivo do seminário será discutir soluções participativas e colaborativas para as questões de 1) delimitação do campo, 2)  diagnóstico e 3) propostas para a arte digital.

Programa:
14h - Abertura com José Murilo Jr. (Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura)

14h30
Mesa-redonda aberta sobre Arte & Tecnologia Digital no Fórum da Cultura Digital Brasileira e na Universidade com: Cicero Inacio da Silva (Curador de Arte e Tecnologia no Fórum/Mackenzie) - Edson Pfutzenreuter (Coordenador do curso de Artes Visuais da UNICAMP) - Rodrigo Savazoni (Coordenador do Fórum de Cultura Digital Brasileira/Rede Nacional de Ensino e Pesquisa).

17h00
Lançamento do livro Culturadigital.br (Org. de Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn, Azougue Editorial, 2009), com palestra do organizador Rodrigo Savazoni

Serviço:
Arte e Tecologia - Fórum da Cultura Digital Brasileira
3 de setembro, quinta-feira, das 14h as 18h
Unicamp – Pavilhão do Básico – Sala PB 01
Rua Sérgio Buarque de Holanda, 251 – Cidade Universitária Zeferino Vaz
Campinas – SP



Pierre Lévy em SP

August 19, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

Pierre Lévy discute inteligência coletiva na abertura do Ciclo Era Digital. O evento trará pensadores internacionais para debater novas tecnologias de comunicação

O professor franco-canadense Pierre Lévy, reconhecido internacionalmente pelo conceito de inteligência coletiva na era digital, estará em São Paulo nesta sexta-feira (21/08) para a abertura do Ciclo Era Digital no Sesc Santana, a partir das 14h. Idealizado pelo Centro de Pesquisa Atopos da ECA-USP, o programa é uma realização da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial), da Sator Eventos e do Sesc-SP.

No evento, Pierre Lévy discute o tema ‘Em direção à civilização da inteligência coletiva’ com Massimo di Felice, do Atopos e ECA-USP; Paulo Nassar, da Aberje/ECA-USP; Eduardo Fischer, do Grupo Total; Gaspar, do Z’África Brasil; e Yakuy Tupinambá, do Ponto de Cultura Índios On line.

Professor da cátedra de Inteligência Coletiva da Universidade de Ottawa, Lévy é autor dos livros Cibercultura, Tecnologias da Inteligência e a Inteligência Coletiva.

O ciclo
O projeto tem o objetivo de reunir os principais pensadores internacionais para discutir as transformações dos meios de comunicação digital com empresários, acadêmicos, lideranças sociais, ONGs e público geral.

 O evento se estende até dezembro e propõe a discussão de temas como filosofias de rede, opinião pública digital, culturas juvenis online, sociedade da informação e futuro digital da democracia. Entre os nomes confirmados estão Alberto Abruzzese, Derrick de Kerckhove, Mario Perniola, Massimo Di Felice e Michel Maffesoli.

Os ciclos serão compostos de palestras seguidas de mesa-redonda em que os participantes debaterão a difusão das novas tecnologias comunicativas digitais e seu impacto sobre nossa forma de agir e pensar.

Desafios como exclusão digital e desigualdade de acesso às novas tecnologias também serão abordadas pelos convidados de modo a apresentar caminhos para uma sociedade mais democrática, inclusiva e sustentável.

 

Serviço
Ciclo Era Digital
Sesc Santana - Av. Luiz Dumont Villares, 579 (próxima à estação Jardim São Paulo, do Metrô)
Início dia 21 de agosto, sexta-feira - das 14hs as 18hs(credenciamento a partir das 13 horas)
Valor: R$ 5,00 (inteira), R$1,00 (trabalhador do comércio e serviços matriculado no Sesc).
Ingressos: à venda pelo sistema ingressoSesc. Para saber a unidade mais próxima, acesse www.sescsp.org.br.



Pontos de Cultura na TV ! - DF

August 18, 2009, by Thereza Dantas - No comments yet

Acontece o lançamento dos programas de TV Cultura Ponto a Ponto, Ponto Brasil e Cidades Invisíveis  no dia 19 de agosto, quarta-feira, ás 19h, na SHIN QL 13 Conjunto 05 casa 19 – Lago Norte – Brasília.


Quem for de algum Ponto de Cultura e estiver por Brasília, está convidado para festa!
 

O programa Cultura Ponto a Ponto é uma série sobre cidadania cultural composta por 26 programas, de 26 minutos cada, no qual promove o registro dos trabalhos desenvolvidos pelos Pontos de Cultura de todo o país.

O Ponto Brasil
é uma serie que envolve capacitação dos Pontos de Cultura de audiovisual, gerando uma série de 12 programas de 26 minutos, produzidos colaborativamente.

O programa Cidades Invisíveis interliga agentes culturais e realizadores do audiovisual das mais distintas realidades, com uma produção de 18 vídeos no formato de interprogramas.

Todos poderão ser assistidos na TV Brasil.