Esta página é pessoal e pode ser editada clicando no botão "Editar" acima. Sugerimos que seja um espaço para você se apresentar aos demais integrantes da Rede. Caso participe de algum Ponto de Cultura ou de outras ações de comunicação compartilhada, por favor, informe.

O sistema operacional do pontão de cultura digital - Centro Cultural Cartola é formado por sete áreas interdependentes e estruturadas a partir das exigências do edital. Para obter funcionalidade e uma efetiva grade de programação, faz-se necessário a plena participação dos pontos de cultura, cada um com sua especificidade, garantindo a formação de uma rede compartilhada, democrática e plural.
- Caracterizar-se por uma programação eminentemente cultural, educativa, informativa, artística e inovadora;
- Não ser comercial e não ter fins lucrativos;
- Não ser utilizada para promoção pessoal, de causas religiosas, comerciais e partidárias;
- Dar visibilidade e voz às minorias, buscando apoiar processos de inclusão social;
- Ter compromisso com a veracidade;
- Trabalhar para universalizar o direito à informação

A equipe de desenvolvimento é responsável pela pesquisa de softwares livres, que atendam as demandas de operação do portal, pela capacitação em meta reciclagem de hardwares, assistência técnica, documentação dos processos relacionados, desenvolvimento dos ambientes Conversê, Estúdio Livre, Mapsys, interação web e estudo de hipertextos.
- Criar uma rede de tecnologia e desenvolvimento de infra-estrutura, conteúdo e aplicativos ligada aos pontões de cultura digital e pontos de cultura;
- Realizar ações de formação de recursos humanos para operarem as novas tecnologias de comunicação e informação, em parceria com instituições públicas de ensino;
- Buscar incorporar as inovações e tecnologias desenvolvidas pela academia brasileira, inclusive no que se refere a conteúdo para o ambiente digital aos pontões e pontos de cultura;

A capacitação contempla todas as áreas indicadas pelo edital, com oficinas continuadas, em forma de laboratório, onde o multiplicador precisará cumprir 32 horas no mínimo, nas áreas de sua escolha e os níveis elementar, médio e avançado estarão sempre juntos nos laboratórios, de forma que haja trocas de conhecimento. O modelo de produção de matérias para construção de programas de criação coletiva com temática em torno das questões do mundo digital, alicerçado por debates presenciais, reúne teoria e prática na busca de conteúdos inteligentes e desenvolvimento aproximal.
- Contribuir para a formação crítica do cidadão;
- Estimular e abrir espaço para a crítica dos meios de comunicação em geral e da televisão em particular.
- Divulgar os valores de tolerância, de diálogo e de entendimento;
- Dar expressão às diversidades brasileiras;
- Socializar a produção do conhecimento;
- Engajar o telespectador na causa do sistema público de radiodifusão;
- Desenvolver programas educativos e cooperar com processos educacionais;
- Produzir e veicular jornalismo de interesse público, privilegiando a compreensão dos fatos e não a espetacularização da notícia.
- Apresentação da estrutura, das funções e das noções técnicas de manipulação da câmera: plano, enquadramento, iluminação, eixo, movimento;
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- PROJETOS FRONTEIRAS DIGITAIS
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- APRESENTAÇÃO
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A série FRONTEIRAS DIGITAIS faz um apanhado dos processos de transformação trazidos pelas novas tecnologias digitais, as mudanças de paradigmas nos campos da informação, do entretenimento, da cultura e da difusão, além das novas relações nos campos da economia, do direito, do saber e da política. Pensando estas novas perspectivas através de uma série de treze programas.
Direcionado ao público jovem e adulto das classes sociais A, B e C, propomos um olhar esclarecedor e estimulamos a conscientização, a realização de debates e a livre circulação de obras, em torno de várias formas de manifestações culturais que incluam em sua criação essas novas bases de pensamento e expressão.
A propriedade intelectual, os riscos e oportunidades no mundo digital, a diversidade da produção no mundo globalizado, as novas mídias e o direito do público, a democracia pela mídia e o governo da mídia. Os novos intelectuais que utilizam a mídia para fundamentação de novos conceitos, a descentralização da produção cultural e as transformações das noções de cultura e de público.
FRONTEIRAS DIGITAIS é uma série que aposta na formação de novos talentos, mostra a diversidade da criação nas novas plataformas livres, o ativismo político daí resultante, a pluralidade cultural como política social e prevenção da marginalidade, os novos olhares e como a juventude está incorporando esses conceitos em seu modo de viver, criar e pensar o mundo.
Entrevistas, vídeos, músicas e performances de vanguarda, baseados em formato atual, direitos autorais livres e conteúdos inovadores.
Realizar um mosaico intertextual da realidade do campo digital no Brasil, junto a um mapeamento das possibilidades de Promoção da cidadania e do vínculo social e educativo que se manifesta na capacidade de contribuir para a ampliação dos repertórios coletivos. Difundir, preservar e promover a produção digital inserida na cultura brasileira, em toda sua diversidade, criando novas bases para sua difusão.
- Abrir espaço para a criação e estimular não somente o fazer artístico, mas também a ampliação das oportunidades de difusão;
- contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes, por meio de apoio a iniciativas educacionais no âmbito da produção cultural;
- estimular a democratização da arte, da cultura e da produção cultural, fora da visibilidade do mercado;
- estimular a formação de platéia para a criação digital brasileira;
- contemplar manifestações já inseridas em seus específicos contextos culturais e de desenvolvimento.
Com o intuito de lançar um olhar sobre os movimentos que surgem em profusão na área digital e verificar de que forma se faz a absorção destas expressões em seus domínios de origem, nos processos de globalização e na sociedade como um todo, criamos a série FRONTEIRAS DIGITAIS.
As novas tecnologias que vem transformando as sociedades, redefinem públicos, estratégias e políticas públicas e privadas. Em nosso país, grande e desigual, onde a inclusão digital é um desafio a ser enfrentado, devendo atingir os amplos setores da sociedade, que foram excluídos e marginalizados na modernização nacional, a ampliação da discussão sobre as bases de construção de um novo modelo de televisão na era digital tem importância significativa.
Movimentos como cultura livre, tem suas bases no desenvolvimento de softwares livres, direitos autorais livres, colaboração e interatividade, buscam uma transformação do acesso e do direito à cultura e dão prova da vitalidade existente na juventude de hoje que se organiza, discute e aponta soluções para as desigualdades, injustiças e desconhecimento mútuo de nossas várias faces, reconhece suas diversas formas de expressão e atua no sentido de modificar seu modo de ver e viver a vida.
A TV digital e o impacto social, cultural, político e econômico em um painel sobre as mudanças ocorridas desde o surgimento da TV analógica até as inovações dos dias de hoje, as mudanças que esperamos e o que realmente poderá mudar nos domínios da ética, da ideologia e da estética nos campos da informação, da propaganda e do entretenimento é a proposta da série.
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CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO Argumento
teoria e prática Roteiro
teoria e prática Equipe
teoria Câmera
teoria e prática Som
teoria e prática Direção
teoria e prática Produção
teoria e prática Gravação
prática Edição
teoria e prática Finalização
prática Streaming
prática Vjing
prática
Construiremos um painel suficientemente denso e amplo, com o repertório apresentado pela tv brasileira, através de uma abordagem crítica e construtiva, no sentido de colocar o sistemático e padronizado em contraponto ao insubmisso e inquieto, provocando o espectador a pensar e fazer uma reflexão sobre os caminhos que nossa sociedade utilizou para construir a televisão que se vê nos dias de hoje. Propomos a metalinguagem com que foi produzido ao longo desses anos, intercalando o discurso tirado dos próprios conteúdos (novelas, telejornais, programas de auditório...) com "lettering" situando épocas.
Mosaico estatístico/quantitativo: pretendemos fazer um mapeamento da utilização da tecnologia digital no Brasil e no mundo, situando as áreas mais avançadas e as que precisam de maior estímulo para seu desenvolvimento em nosso país. Para isso recorreremos a gráficos e estudos de institutos de pesquisas na área de televisão.
Videografismo e cartelas: o programa não utilizará o recurso da narração off. Contruiremos o discurso narrativo-questionador, utilizando palavras em formatos de vários tipos, manipulação de cor e arte gráfica.
Entrevistas livres: buscaremos a opinião dos espectadores e das pessoas que utilizam os recursos digitais nos dias de hoje, sempre estimulando o debate em locais de trabalho, ruas, famílias e instituições sociais. A câmera terá movimentos rápidos, sempre buscando alcançar as reações dos participantes às opiniôes de outros.
Entrevistas com especialistas: iremos produzir uma narrativa dialética, na questão das teorias no campo digital, revelando as diversas formas de "olhar" dos pesquisadores e profissionais que trabalham com experiências que mereçam nossa atenção e o nosso esforço de interpretação. Convidaremos estudiosos de alto nível para pensar o universo "web" (tv e rádio), ciberespaços de navegação, a livre circulação de obras, medidas legais de regulação do mercado, possibilidades econômicas, controle da informação e o que se poderá produzir em termos de linguagem, discurso e tecnologia.
Trilha sonora: faremos visitas a web-rádios, com a intenção de provocar a manipulação de sons que estão disponibilizados livremente e assim construir interativamente um jogo sonoro, que atue como contraponto na narrativa do documentário.
Artistas/Realizadores: a mostra de trechos de trabalhos audiovisuais, realizados em vários suportes digitais, será uma constante na dinâmica do programa. Preferimos selecionar obras que explorem tratamentos visuais alternativos, ou seja, novas texturas, jogos cromáticos, cortes inusitados ou outras maneiras singulares e inteligentes de expressão.
Cibercultura: propomos investigar e mostrar o que há de novo sendo produzido no ciberespaço, incorporando ao universo do programa aquilo que for interessante para nossa construção narrativa-questionadora, estabelecendo raciocínios críticos ou interrogativos.
Histórico partindo do surgimento da tv analógica até as inovações tecnológicas nos dias de hoje: trata-se de uma apresentação do tema proposto pelo programa, com imagens de linhas de produção, aparelhos sendo usados e a evolução da linguagem televisiva mostrada por edição em justaposição.
O mosaico que surgirá dessa pesquisa histórica irá contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes, por meio de apoio a iniciativas educacionais no âmbito da produção cultural, abrindo espaço para a criação, o fazer artístico, mas também a ampliação das oportunidades de difusão, estimulando a democratização da arte, da cultura e da produção musical fora da visibilidade do mercado, formando platéias para a arte brasileira em todo o mundo, através de todas as formas de samba e manifestações da cultura brasileira que estejam em um contexto de proximidade com nossas raízes e suas derivações. A promoção da cidadania e do vínculo social e educativo que se manifesta na capacidade de contribuir para a difusão de repertórios coletivos, preservar e promover o conhecimento da cultura brasileira em todo o mundo. A pesquisa que propomos não é somente o levantamento de fatos e circuntâncias que fizeram da tv brasileira uma referência em todo o mundo. Mas entender seu processo de estruturação para podermos avaliar como pode se dar a inserção de manifestação já inseridas em seus contextos culturais, apostando em talentos regionais e buscando a horizontalidade em termos nacionais (através das escolas de samba e pontos de cultura no Brasil) e internacionais, pela potencialização dos núcleos de escolas de samba que existem no mundo todo, esses núcleos podem se tornar pontos de cultura voltados para a expansão do entendimento em todo mundo de nosso modo de entender e expressar a vida a partir de nossa expressividade artística, folclórica e cultural (chamo de processo de carnavalização mundial). Abrir espaço para compreender como se estabeleceu as atuais redes de comunicação que operam no Brasil de hoje e seu processo histórico, justaposto a evolução do samba e como ele se tornou nosso ritmo mais expressivo internacionalmente, promove o debate de idéias e a troca de experiências sobre processos de criação, metodologias de produção e financiamentos, na busca de novos caminhos de relacionamentos para os interessados em nossa arte popular e em nossa produção audiovisual, possibilitando a sistematização em um banco de dados, de agentes, produtores e artistas relacionados com nossas propostas.
Mosaico estatístico/quantitativo: fazer um mapeamento da utilização da tecnologia digital no Brasil e no mundo, situando as áreas mais avançadas e as que precisam de maior estímulo para seu desenvolvimento em nosso país. Para isso recorreremos a gráficos e estudos de institutos de pesquisas na área de televisão.
Existem uma série de institutos que trabalham com dados e estatisticas sobre o impacto da televisão, do meio audiovisual e da internet na vida da população, esses estudos possibilitam uma atuação transformadora no desenvolvimento de estruturas e interferências eficazes em problemas conjunturais. Quando um país consegue modelar e instalar um moderno sistema de comunicação em seu território a ponto de estabelecer uma rapidez de atuação dos serviços que atendem às necessidades públicas e ao mesmo tempo consegue um modelo inteligente de produção de conhecimento e sustentação de sua cultura, sem dúvida, você terá orgulho de pertencer a essa nação. Os aspectos que estão inseridos na proposta de trabalho com o lúdico na resolução de conflitos, atração de investimentos, reformulação de práticas nefastas aos interesses do estado e da vida em commum, transferência de renda e uma série de outras possibilidades, podem ser colocadas em prática através de programas que ao mesmo tempo em que ensinam, proporcionam através da interatividade uma participação popular, através da inteligência coletiva e não através da violência estúpida, a bárbarie nasce das atuações muitas vezes criminosa dos atuais meios de comunicação, que fomentam a violência através de seus jornais, suas novelas... Querem ver uma coisa?, vai até a banca mais próxima e conte quantas matérias que estão relacionadas a violência, estão instigando a vingança ou o ódio de um grupo ao outro, conte hoje nas novelas, quantas cenas de violência, traição, estimulo ao vicio, roubo, assassinatos e outras podridões mais estarão no ar. Por isso é que uma atuação do estado, através de institutos de pesquisa e da sociedade organizada se faz necessário, para conter esses abusos praticados por meios de comunicação que tem concessões públicas. Eu defendo uma arte livre, você pode falar de droga e tudo o mais, desde que não seja massificado dentro da casa de famílias em horários de reunião familiar, como o povo está acostumado a seguir modismos, ele não consegue perceber o crime que é uma obra de ficção que coloque todo dia a violência na mente de todos. É por isso que institutos de pesquisa e a atuação de uma agência reguladora, que seja descentralizada e atue a partir dos núcleos sociais municipais é importante. O projeto da TV Cartola, leva em conta tudo isso ao propor que o samba seja elemento de educação, arte, relações exteriores, inteligência...
Painel sobre a missão e finalidade da tv pública, encampando todos os aspectos que envolvem a produção, a ética, a ideologia, a estética e o espaço público. Fazer um paralelo entre o que está sendo feito no Brasil com as experiências de outros países, inclusive com o histórico da tv pública brasileira.
Existem uma série de modelos públicos de radiodifusão (tv e outras midias) em que podemos nos ater para pensar as bases de construção de nossa tv pública digital. Quando penso especificamente em um canal voltado para o samba e suas derivações (samba-enredo, partido-alto, bossa nova, jongo, samba de roda da Bahia, chorinho, samba japonês...), percebo as imensas possibilidades de promoção da cultura brasileira no exterior e na possibilidade de dar acesso a novos talentos que possam viabilizar suas criações através dos equipamentos de uma central pública do samba (equipamentos especificados no sistema operacional do pontão digital Cartola). Esta política democratiza o acesso em todas as fases da cadeia de produção, pois teremos uma escola voltada para a formação técnica (câmeras, editores, desenvolvedores de jogos eletrônicos com a temática samba e software livre...), gerando sinergia com os músicos e compositores e com os sites especializados em samba e esses aspectos da cultura brasileira, uma rede de correspondentes em todo o mundo a partir das escolas de samba internacionais (tem escolas de samba até na Finlandia), teremos a possibilidade de distribuir e divulgar suas criações a partir de nossa radio digital e nossa tv digital, poderemos disponibilizar textos sobre a história de nossas manifestações culturais ou ficar sabendo dos preparativos das escolas de samba para os desfiles do carnaval. Para que esse modelo seja viável, precisaremos da participação de todas as associações, que trabalhem com nossa arte popular de matriz africana (próximas aos ritmos ligados ao samba) e da atuação ativa dos artistas de mais expressividade internacional, que tenham o objetivo de divulgar a arte e a cultura brasileira e fomentar novos talentos. Dessa forma poderemos ter um modelo de parceria público-privada em nossa formação, um modelo que ligue todos os aspectos citados com a venda de conteúdos a partir de contratos flexiveis que levem em conta o estágio de desenvolvimento do criativo (consagrado, inicio de carreira...) e a constituição de financiamentos por institutos voltados para o desenvolvimento de projetos digitais que trabalhem com arte popular, de organismos públicos ou internacionais.
Painel sobre as mudanças que estão acontecendo no campo público, envolvendo programação e modelos de negócios, as novas premissas para um marco regulatório, a descentralização da produção e as perspectivas de inclusão e desenvolvimento social e econômico.
A questão das cotas para a produção audiovisual nacional, é uma questão importante, pois forma público para a arte brasileira e ao mesmo tempo dá vazão a uma produção de filmes de qualidade que o setor do audiovisual nacional tem para oferecer. A programação voltada para nosso universo cultural, surgido desse cadinho de mistura que forma o povo brasileiro, fomentada por uma rede de comunicação mais diversificada a partir de um novo modelo de tv digital, que amplie o acesso do povo a informação de qualidade, que seja democrática ao dar voz aos territórios de invisibilidade e proporcionando através de gestões transparentes, de orçamento aberto e participação pública nas decisões, melhores perspectivas de desenvolvimento humano e social.
A descentralização da produção no modelo proposto pelo sistema Cartola, fomenta o intercâmbio para a troca de conhecimentos, co-produção, produções abertas e viabiliza novas formas de geração de renda, a partir do estímulo a comercialização de conteúdos de forma alternativa e aberta, por exemplo, podem criar redes de distribuição de cd's e dvd's em camelódromos, sem falar nas possibilidades a partir da internet. O importante quando se pensa em fidelidade do público a um determinado canal de televisão, é como vai ser criada a identificação do público com esse canal, no caso do samba e levando-se em conta um padrão de qualidade inteligente em seu modo estético e de conteúdo, inclusive pensando nas possibilidades do wiki, das conferências e dos textos que vão estar disponibilizados na tela, como mostra o gráfico no tópico gerenciador web (sistema operacional Cartola), essa deve ser a tela de uma tv digital.
O samba tem uma infinidade de possibilidades de criação a partir de seu universo, tanto em histórias de ficção, como em documentários, como em textos históricos que ajudam a explicar nossa cultura a partir de olhares diversos, sem falar na música. O marco regulatório das comunicações, deve levar em conta todas as perspectivas de exploração de modelos de negócio público-privado, criar mecanismos legislativos que trabalhem de forma permanente na atualização das leis que regem o setor e agências reguladoras que busquem estabelecer parâmetros flexíveis e ao mesmo tempo de qualidade na programação dos veículos de comunicação que são viabilizados a partir de concessões públicas.
Painel sobre as formas de financiamento para o sistema público de radiodifusão, a cultura colaborativa, as redes de produção alternativas, o potencial da interatividade e o capitalismo cognitivo.
Na circulação dos bens de conhecimento, o domínio da apropriação comum no ciberespaço deve ser regulado por normas específicas, o capitalismo cada vez mais tem sua força-motriz na inteligência, transformando o processo produtivo em circulação a partir do cognitivo. A estabilidade ou instabilidade nos direitos de propriedade, que surgem dos interesses diversos, são derivações de leis equilibradas ou desequilibradas, mecanismos eficientes na resolução de conflitos e formas democráticas e multilaterais de soluções negociadas. O discurso reflexivo que surge das inquietações da sociedade no limiar do estabelecimento de novos modelos, produz a multiplicidade como fator de exuberância econômica e plural, dando margem a conceitos includentes e expansivos, por redes, através de territórios e virtualidade. As hierarquias de gênero, devem ser observadas e trabalhadas no sentido afirmativo e libertador, fazendo mudanças a partir da identidade, e a produção multimidia deve dar suporte a uma construção do imaterial que leve em conta o relacional, a linguistica, a cooperação social... na construção de um capital comum a todos os brasileiros, a expansão da circulação, determina sua capacidade de produção imaterial. A produção do cognitariado/precariado é hoje o que a fábrica foi para o operariado, traduz-se em um movimento de libertação das amarras de um modelo de capitalismo que tende a transformar-se de uma situação de subordinação dos criativos, em indústria de geração de renda, onde as diferentes noções de política, devem ser utilizadas para construir autonomia e poder através de formas gregárias na transformação das práticas sociais. As formas clássicas de direito autoral, privam o direito ao acesso a conhecimentos comuns, não levando em conta o investimento do capital intelectual, realizado pela atividade intelectual individual/coletiva, é preciso reforçar o direito de propriedade intelectual. O digital transformou a privação ao acesso em sistemas possíveis de circulação dos bens do conhecimento, através do espaço comum, fluido, móvel, afetivo... A globalização é sempre determinada pelo local, imprecisa na aferição exata, mas deve levar em conta as possibilidades de governanças de encontros e sensibilização, que toca nossa capacidade de poder viver e estimula a liberdade de expressão.
Painel sobre as mudanças nos campos da informação, da propaganda e do lazer, a livre circulação de obras, a produção de novos conteúdos, a midiocracia, o midiativismo e a mídia das periferias.
- Existem uma infinidade de grupos culturais que trabalham com o audiovisual nas favelas, trabalhos respeitáveis estão sendo feitos em várias comunidades. A proposta de se trabalhar o audiovisual em um modelo de multimidia, ou seja, video, audio, gráfico, em conjunto, na operação de um sistema que atenda as necessidades de compartilhamento de informações, colaboração na área de criação, troca de conhecimentos livres... voltados para a rede de sites, entidades ou grupos culturais que trabalham na área do samba, colocando no ar uma produção inteligente e diversificada - com um trabalho de resgate da memória de nossas tradições culturais, folclóricas e artísticas, compondo com a produção regular de notícias, matérias sobre o que está acontecendo de novo, fomento a realização de filmes e séries (sobre o carnaval, o samba, as tradições religiosas, personalidades...). Um canal que forme seus profissionais, desenvolva os softwares específicos para suas necessidades, jogos eletrônicos com a temática samba, eu não tenho conhecimento de uma proposta dessa forma em operação do mundo, será então o canal mais moderno do mundo e completo, senhores, completo! A midiocracia é fruto da liberdade de expressão e do midiativismo, deve ser exercida com responsabilidade na geração de noticias, informação e conhecimentos, que tenham potencial transformador, porém, sempre existirá possibilidades de práticas que venham a prejudicar através de interesses que não sejam de uma midia livre, então é importante a participação social - transformando esses veículos comunitários em vias de articulação e mobilização organizada, legitimando-se assim em interlocutores políticos com autonolia e independência partidária, religiosa, financeira, e como se consegue isso? através de conselhos pedagógicos, editoriais e de gestão, que dêem margem para a pluralidade e rotatividade de seus membros, e quem vai fiscalizar essas práticas? uma agência reguladora, e quem vai fiscalizar a agência para que a corrupção não se instale? a sociedade, através da disponibilização das informações de gestão via internet. A parceria público-privada em tal modelo, vai de encontro as propostas de atualização tecnológica constante e do equilibrio no financiamento para que um modelo como esse não fique a mercê dos interesses de grupos privados comerciais, de publicitários e sua mentalidade mercantil ou de governos, pois trata-se de uma política de estado e no caso específico desse sistema-samba, até de ralações exteriores de nosso país. A midia das periferias tem um campo imenso de possibilidades de crescimento, a formação de uma rede de redes é horizontalizar a produção, no sentido de não se ter uma produção engessada a padrões cristalizadas, ou seja, vertical (com um chefe lá em cima dizendo o que vai ser feito), mas um modelo em que cada um se sinta dono também, com o execício da liberdade de criação.
Painel sobre as novas tecnologias e a infra-estrutura necessária para a migração do analógico para o digital e do software proprietário para o software livre.
O mundo muda quando aparecem novas tecnologias, foi assim com a invenção da tipografia - quando surgiu a imprensa, com a invenção da câmera fotográfica e do cinema, quando o cinema surgiu, os irmãos Lumiére não percebiam todas as formas que surgiriam dessa magnifica invenção. Os meios de produção do audiovisual, que depende de equipamentos para sua realização, vão evoluindo e de repente equipamentos que eram a última palavra em tecnologia ficam obsoletos e são substituidos pelos mais avançados e é isso o está acontecendo, não só em termos de maquinaria, mas em compreensão intelectual e em modos de produção. A grande questão que se apresenta neste momento, é que existe um parque tecnológico que deve ser trocado para acompanhar as mudanças que se aproximam com a chegada da tv digital, as propostas que surgem nesse limiar de mudança e aparecem incorporando as novas tecnologias e consequentemente um novo pensamento e um modelo mais completo e barato - pois é possibilitado através de equipamentos acessíveis, de modo operacional mais fácil e atual em sua constituição plural, possibilitada por uma maior facilidade de reprodução - nascem livres das amarras do dispendioso padrão analógico que vai ter que ser trocado pelos atuais canais de televisão, por isso nascem soltos, vibrantes e conscientes. O software livre, barateia os custos e dá possibilidade de desenvolvimento constante. A formação de um canal inteiramente digital, no modelo que está construido na formulação do sistema operacional Cartola, não é caro, seu modo operante será formado publicamente e democraticamente através de seminários, palestras, workshops... não posso deixar de ressaltar a convergência de midias que esses novos padrões tecnológicos possibilitam e do ganho de escala com a formação de centrais públicas de multimidia com todas as midias em produção, formando uma população informada e inteligente.
Painel sobre a multiprogramação, produção de conteúdos, interatividade, capacitação, compartilhamento de infra-estrutura e convergência.
Humildemente, a questão da multiprogramação é facilitada pela interatividade e pelo compartilhamento de infra estrutura, no sistema operacional Cartola, já está delineado a convergência de midias, pois nessa estrutura estão previstos a atividade de todas as midias (radio, tv, gráfico, 3d, internet...). Para conseguirmos a multiprogramação, temos a produção horizontalizada, ou seja, todas as entidades participantes dessa rede, estarão produzindo conteúdos, realizando intercâmbio para troca de conhecimentos livres e o que possibilita essa operacionalidade é o baixo custo dos equipamentos multimidia em software livre, que poderão ser disponibilizados em todos os pontos de midia dessa rede - assim como nos pontos de cultura e junto com eles (seguindo a proposta da ação cultura digital (MINC), com um investimento de uns R$20.000,00, todos terão um pequeno estúdio multimidia, interconectado com todos os outros e com o gerenciador web. A proposta de uma central pública do samba, é dar acesso a equipamentos de gravação, mas não só isso, de produção, divulgação, exibição, ou seja, o compositor/cantor, terá a facilidade de encontrar parceiros e obter - através de propostas que estejam de acordo com os principios da tv Cartola e de seus parceiros - os subsidios necessários para a realização de suas obras. As informações sobre atividades nacionais e internacionais será constante, através de compartilhamento, se uma escola de samba da Inglaterra, por exemplo, produzir um determinado cd ou dvd de samba, poderá através da rede fazer sua divulgação... para isso faz-se necessário a flexibilização na área de direitos autorais, propostas como a dos Creative Commons devem ser levadas em consideração nos estudos de novos mecanismos no setor. A capacitação no modelo que está proposto no sistema Cartola, será feita em todas as áreas, teremos câmeras, redatores, editores, desenvolvedores de softwares, de jogos eletrônicos (3d), radialistas... esse modelo facilita para todos os pontos de midia da rede, a potencialização de suas atividades e a autonomia de produção, pois terão seus profissionais capacitados e em atualização constante dentro do sistema e com assistência técnica e teórica. Esse modelo se viabiliza levando-se em conta a importância da parceria público-privada, pois assim terá uma soleira de proteção, para não ficar exposto a interesses outros que não seja a de um nivel de padrão de qualidade condizente com o que de melhor está sendo feito em termos de televisão e convergência de multimidia no mundo.
Painel sobre formas de cooperação, compartilhamento de difusão, intercâmbios, modelos de financiamento multilaterais e mercado mundial de televisão.
A questão do desfile das escolas de samba, que é uma superprodução mundial, exibida em mais de cem países pelo canal internacional da rede Globo, merece transmissão com o alto padrão de qualidade e tecnologia que é feito. A idéia da tv Cartola é dar continuidade a essa inserção internacional da cultura brasileira, porque o samba não é só o desfile das escolas de samba no carnaval, a riqueza das outras formas de samba, suas matrizes e derivações, precisam aproveitar essa inserção internacional e transformá-la em espaço internacional continuado o ano todo, como um duplo da transmissão dos desfiles, só que abordando por uma via mais cultural, que forme público para a arte e as tradições brasileiras em todo o mundo. Na medida em que trabalhemos o sistema Cartola, com sua proposta de intercâmbio, poderemos aproveitar as escolas de samba que existem em todo o mundo e transformá-las em casas avançadas da cultura brasileira, diferente de montar representações brasileiras para levar público, podemos aproveitar o público que já trabalha e tem contato e gosta da cultura brasileira através das escolas de samba e dar uma sede para elas, fazendo com que sejam ambientes de cooperação na produção e no estímulo para a participação de artisias e grupos culturais brasileiros no exterior, assim como poderemos fornecer para essas representações da cultura brasileira, esses pequenos estúdios multimidia e estimular matérias de interesse comum dentro do segmento proposto pelo canal, conseguindo financiamentos para co-produções internacionais ou incentivos de organizações que atuem na promoção da diversidade cultural no mundo. O carnaval começou com as saturnálias romanas, em nosso carnaval temos a influência de várias culturas - a dança da côrte de Luis de França, o luxo de Veneza, a herança portuguesa... é nessa linha que poderemos trabalhar além do musical, mas também com documentários ou ficções que falem das heranças culturais comuns através do carnaval, trata-se do amálgama, do "melting pot", o caldo de mistura global. O mercado mundial de televisão não tem um canal como esse, que trabalhe com a arte nesse conceito, é preciso aproveitar os nichos, mas essa prota só se consolida se for trabalhada, levando-se em conta a via da cultura em primeiro lugar, pois trata-se de uma proposta que inclui uma mentalidade diplomática.
Painel sobre novas tecnologias de relacionamentos, ensino, arte, multimídia, pesquisa e desenvolvimento.
- Existem uma série de novas tecnologias que produzem redes de relacionamento. Ao propor a criação colaborativa no tópico capacitação do sistema operacional Cartola (série fronteiras digitais), estimulamos o uso das ferramentas digitais em rede, para o desenvolvimento de um ambiente de ensino, pesquisa, arte, relacionamentos e desenvolvimento de uma metodologia que aborde a troca de conhecimentos, informações, novos saberes ou saberes tradicionais... assim também como a aprendizagem cognitiva, ao estimular o ensino na área de novas midias a partir de um modelo dinâmico que trabalhe com a criatividade e com a arte no desenvolvimento pedagógico das estruturas em células de inclusão social, por uma via comunicacional, dando possibilidade ao empoderamento econômico, a formação técnica e teórica. A educação é matéria séria para a evolução de uma nação, estou falando que mesmo que existam sistemas privados de ensino, temos a oportunidade de aqui no Brasil agora, tornar àgora (local de encontro público), o espaço público virtual, pela modelação do sistema público de rádio e televisão às necessidades de alfabetização, segurança pública, saúde... estimulando sempre os debates em torno das questões mais polêmicas e utilizando a opinião pública para sustentar, através de consultas interativas, feitas a partir de esclarecimentos que estejam não no modelo publicitário, mas nos modelos históricos, geográficos, sociológicos... dessa forma teremos uma educação dinâmica que envolva a todos através das discussões públicas e das explicações a partir de modelos multidisciplinares. Os novos modelos de construção de conhecimento e consequentemente de pensamente vão diluir os padrões estabelecidos de ensino que são praticados por nossa academia, a internet e seus instrumentos colaborativos, a constituição de interclasses de aula, ou seja, niveis mais avançados junto a niveis elementares, vai possibilitar uma nova construção na passagem de saberes, pois quando as referências acadêmicas de conteúdo forem buscadas no que está disponibilizado no ciberespaço, conseguiremos modelar um sistema de ensino novo, alunos serão professores de outros alunos e ampliarão seus conhecimentos pelas próprias perguntas formuladas pelos de niveis menos avançados, assim os atuais professores passarão a se dedicar a pesquisa. Quando um grupo estiver praticando essa metodologia já não restará pedaço de papel, a verificação de nivel se dará pela própria capacidade de formulação e realização.
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Painel sobre as estratégias de grandes empresas, ongs e governos diante dos novos paradigmas de comunicação.
- A definição das estratégias de comunicação de entidades de qualquer natureza jurídica, devem levar em conta a identificação dos pontos fortes e fracos no ambiente interno e ameaças e oportunidades no ambiente externo. Para entendermos a real situação interna da entidade é preciso entender suas metodologias de trabalho, suas características de natureza social, suas formas de expressividade culturais e a conjuntura em que se encontra. Para entendermos as ameaças e oportunidades no ambiente externo, precisamos fazer mapeamentos junto a institutos de pesquisa que trabalhem na área da comunicação, assim faremos um estudo através da análise de dados e poderemos fazer a construção das estratégias de midia que serão usadas naquele contexto específico, indicando as ferramentas de comunicação que funcionem melhor naquela realidade em estudo.
A gestão compartilhada proposta no tópico gestão e geração de renda do sistema operacional Cartola, terá um conselho que trabalhara´junto aos gestores responsáveis por cumprir o orçamento, o cronograma de execução e o plano de trabalho, assim como procurar soluções de auto-sustentabilidade. A mensagem do projeto deve ser levada de forma clara e precisa, através das ferramentas de comunicação indicadas através das análises referidas no parágrafo acima, desenvolvendo um planejamento que comunique a imagem da tv Cartola, suas propostas e o benefício dos parceiros que desejarem se associar ao nosso empreendimento.
A economia criativa, apresenta-se nesse aspecto como um modo de redistribuição econômica excepcional, pois um desenvolvedor de jogos eletrônicos, poderá se associar a outros e formar sua rede alternativa de distribuição ou negociar com mais força seus direitos de propriedade, isso vai possibilitar que em outros campos (programas interativos de educação, musica, dramaturgia) uma alavancagem em seus perfis econômicos, oxigenando a micro-economia em geral, sem dúvida que a troca de conteúdos criativos em modelos gratuitos, sem dúvida, é muito importante pelo intercâmbio e a alternativa de divulgação, mas para modelos mais estruturais e que levem em conta a formação da juventude, já não vale, pois para isso é preciso anos de investimento em estudo que gera obras imateriais de valor agregado, sendo necessário muito tempo de pesquisa e dedicação, isso vale dinheiro. -
- A definição das estratégias de comunicação de entidades de qualquer natureza jurídica, devem levar em conta a identificação dos pontos fortes e fracos no ambiente interno e ameaças e oportunidades no ambiente externo. Para entendermos a real situação interna da entidade é preciso entender suas metodologias de trabalho, suas características de natureza social, suas formas de expressividade culturais e a conjuntura em que se encontra. Para entendermos as ameaças e oportunidades no ambiente externo, precisamos fazer mapeamentos junto a institutos de pesquisa que trabalhem na área da comunicação, assim faremos um estudo através da análise de dados e poderemos fazer a construção das estratégias de midia que serão usadas naquele contexto específico, indicando as ferramentas de comunicação que funcionem melhor naquela realidade em estudo.
Painel sobre o que se poderá produzir em termos de linguagens e discursos, os novos potenciais de interatividade e a tv digital para além do digital.
7 Cores
A música polifônica teve efeito sobre as noções de tempo da civilização, alterando no inconsciente coletivo as percepções simbólicas do movimento temporal. Na polifonia as vozes individuais se juntam para compor uma música em que variadas melodias se ajustam para resultar em uma peça única, a TV CARTOLA deve ser assim.
A TV CARTOLA deve ser composta por variados matizes de expressões, dando margem a uma profusão de formas de olhar significantes, como ondas de propagação luminosa, partindo de partículas surgidas de outras partículas que se uniram e em interconexão liberam energia de alta intensidade.
Precisamos dotar uma grande parcela da população brasileira, da visão crítica necessária para a produção de conteúdo com qualidade e comprometimento social. A percepção de efeitos de luz e sombra, o videografismo, a animação, as construções de paisagens sonoras, formas de narração, as variedades de texturas e matizes de cor e o conhecimento da variada gama de experimentações estéticas que envolvem percepções espaciais, temporais, lúdicas, enfim, novas maneiras de expressar a experiência humana das emoções e da visão.
A visão do homem é dotada de um mecanismo cerebral apresentada pela retina de forma bidimensional, mas nós podemos interpretar o que vemos de forma tridimensional, pela comparação geométrica do objeto visível, esse mecanismo é fruto da evolução biológica, surgida da necessidade de adaptação do homem ao ambiente que o cerca. Na construção de um novo modelo público de radiodifusão, devemos levar em conta as necessidades evolutivas pessoais, que terão um efeito profundo sobre o desenvolvimento cultural da sociedade brasileira, um novo modo de olhar.
No renascimento houve a retomada dos estudos espaciais desenvolvidos pelos gregos, dotando a civilização ocidental de um novo modelo de representação visual, que levava em conta as leis da perspectiva. O espaço público na televisão brasileira, assim como aconteceu na renascença, também deve ampliar seu entendimento da perspectiva, associando à tela da nova tv digital, o radio digital, textos, wiki... (penso em uma tela parecida com a que está sugerida no tópico gerenciador web - sistema operacional Cartola), gerando novos modelos de compreensão social, fazendo surgir uma nova forma de entendimento da realidade, possibilitando o surgimento de uma nova era...

A equipe de produção estará ligada aos conselhos gestor, editorial e pedagógico, assim como, a todas as áreas do sistema operacional, implementando as atividades propostas, desenvolvendo intercâmbio com outros pontões, com a rede de pontos de cultura e com outras redes relacionadas com a linha de atuação proposta pelo pontão de cultura digital.
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- Aproximar o P. C. digital do grande público;
- Estimular o diálogo entre o P. C. digital e as comunidades participantes da rede dos PDC's;
- Estimular a divulgação de pesquisas e boletins informativos;
- Realizar intercâmbios entre os PDC's, na área da regional RJ/ES;
- Realizar encontros de conhecimentos livres.
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O gerenciador web é responsável por manter a construção on-line do portal, assim como, auxiliar os PDC's na construção de páginas na internet (através de software livre como o Joomla), uso de hipertexros e códigos html, taxonomia e uso de tag's e apropriação de ferramentas como listas de discussão, weblogs, wikis, agregadores rss, mensageiros instantâneos e programas de voz sobre IP.
- Criar um banco de intercâmbio de informações em produção dos pontos de cultura, gestão e metodologias de ensino na área da cultura, assim como em softwares, hardwares e insumos disponíveis no mercado para avaliar a relação de custo-benefício, quepossa resultar, no futuro, na constituição de um parque tecnológico compatível entre todos pontões digitais e pontos de cultura.

A área de produção multimídia, contará com um conselho editorial, reunindo representantes dos pontos de cultura, ação cultura digital, e ministério da cultura, visando estabelecer uma rede horizontal de articulação, recepção, informação, produção e disseminação de conteúdos livres.
- Buscar a excelência em conteúdos, linguagens e formatos inovadores, constituindo-se num centro de invenções e formação de talentos;
- Estabelecer um distanciamento crítico em relação à indústria do entretenimento;
- Dar vez e voz a entidades do terceiro setor e movimentos sociais.

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- APRESENTAÇÃO
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O Programa REPERCUSSÃO faz um apanhado dos artistas e movimentos que partem da periferia e interferem com seu olhar na cena cultural do Rio de Janeiro. Com esta abordagem, surge como uma excelente oportunidade de unir e projetar estas novas perspectivas através de um programa semanal.
Direcionado ao público jovem e adulto de todas as classes sociais, propomos um olhar esclarecedor e estimulamos a conscientização e a realização de projetos sociais nas comunidades periféricas, em torno de várias formas de manifestações culturais que se constituem em forte ferramenta de educação e cidadania.
O programa tem como base o programa Cultura Viva do MINC, conta com a participação dos alunos deste projeto nos vários pontos de cultura do Rio de Janeiro e Espírito Santo, como diretores, redatores, câmeras, editores, apresentadores, assistentes (serão realizados testes na pré-produção). Aborda as experiências nas comunidades temas, assim como a abrangência dos projetos em questão, dando dicas para viabilização destas idéias em outras comunidades.
REPERCUSSÃO é uma série que aposta na formação de novos talentos, mostra a divulgação da pluralidade cultural como política social e prevenção da marginalidade, da violência e do uso de drogas por falta de estímulo a auto-estima e a mobilização comunitária.
Entrevistas, videoclipes, debates e performances apresentados em um formato atual, alegre, divertido e com muita interatividade.
Promoção da cidadania e do vínculo social e educativo que se manifesta na capacidade de contribuir para a ampliação dos repertórios coletivos. Difundir, preservar e promover o conhecimento da cultura brasileira em toda sua diversidade criando novas bases para sua difusão.
- Abrir espaço para a criação e estimular não somente o fazer artístico, mas também a ampliação das oportunidades de difusão;
- contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes, por meio de apoio a iniciativas educacionais no âmbito da produção cultural;
- estimular a democratização da arte, da cultura e da produção cultural, fora da visibilidade do mercado;
- contemplar manifestações já inseridas em seus específicos contextos culturais, apostando em talentos regionais.
Com o intuito de lançar um olhar sobre os movimentos artísticos que surgem em profusão na periferia e verificar de que forma se faz a absorção destas expressões em suas comunidades de origem e na sociedade como um todo, criamos o programa REPERCUSSÂO.
A transformação do desenvolvimento humano e social a partir do incremento da cidadania cultural e da divulgação de novos talentos que pensem e discutam as diferenças do mundo atual a partir da criação artística é a aposta que o programa faz - contribuir para a renovação do cenário contemporâneo.
Movimentos como hip-hop que une música e artes visuais, funk, rap, reggae, samba e outras formas musicais junto à dança, teatro, performances poéticas, o circo e suas fusões, dão prova da vitalidade existente na juventude de hoje que se organiza, discute e aponta soluções para as desigualdades, injustiças e desconhecimento mútuo de nossas várias faces, reconhece suas diversas formas de expressão e atua no sentido de modificar seu modo de ver e viver a vida.
Convocamos líderes de vários segmentos sociais para dar sustentação ao que consideramos um direito inalienável de nossa população: a cidadania cultural, um direito básico do ser humano para seu crescimento social, ajudando a evitar a desigualdade econômica e a marginalização política, através de ações sócio-educativas. Fomentando o reconhecimento de nossa identidade cultural em nosso meio social.
O programa será montado nas comunidades carentes e periferias, a partir de cenário móvel, equipamento de gravação e locações escolhidas a partir das exigências técnicas.
Mapear a produção artística das comunidades carentes e periferias gerando um acervo contemporâneo que será oferecido às universidades, secretarias de cultura, tvs comunitárias, a cabo, Internet e museus. Além da veiculação nos espaços culturais com telões disponíveis - Circo Voador, CCBB, Correios e Pontos de Cultura.
Disponibilizaremos através dos sites dos pontos de cultura e do próprio programa, modelos de ONGs que surgiram através de trabalhos sociais com base na educação artística e o caminho que deve ser percorrido por quem está interessado em ampliar seus espaços.
A logomarca do patrocinador estará em todo material de divulgação - chamadas, painel do cenário, abertura, créditos de encerramento, camisetas, lambe-lambe, internet.

A equipe de edição tem a missão de capacitar os multiplicadores em edição de vídeo, áudio, gráfico, 3d e interação web, assim como desenvolver a lista de temas e ferramentas básicas relacionados a produção multimídia que estão discriminados no edital para pontões de cultura digital.
- Desenvolver um portal de oferta de conteúdo em vídeo e áudio sob demanda do usuário com a participação de todos os pontos de cultura da regional RJ/ES;
- Construir uma rede de intercâmbio de conteúdo utilizando as redes de alta conexão de internet;
- Montar um sistema para garantir a digitalização dos acervos dos pontos de cultura;
- Estêncil, pintura e transfer para sinalização e personalização de camisetas, cadernos, computadores;
Os aplicativos de automação de tarefas administrativas também podem ser abordados em diversas atividades. A partir dessa abordagem podem ser discutidas e tratadas necessidades comuns como estruturação de bancos de dados para automatização de processos de gestão e comunicação, organização de dados em planilhas eletrônicas, recursos de edição de textos, preparação de apresentações, fechamento de documentos e uso de clientes de email e serviços de webmail.
utilizadas para essas tarefas são os aplicativos do pacote OpenOffice, tais como o editor de textos Writer, o editor de planilhas Calc, o editor de bases de dados Base e o editor de apresentações (slides) Impress.

A gestão compartilhada através do conselho gestor, formado por representantes dos pontos de cultura, da ação cultura digital e do ministério da cultura, será responsável por cumprir o orçamento, cronograma de execução e o plano de trabalho, assim como, procurar soluções de auto-sustentabilidade e geração de renda, sempre em consonância com as políticas públicas de radiodifusão e do programa Cultura Viva.
- Construir normas éticas internas que distingam a veiculação de publicidade comercial, que é indesejada, da veiculação de publicidade institucional, que é aceitável;
- Identificar recursos para recuperação de acervos e arquivos em fundos públicos de fomento;
- Buscar contribuições das entidades gestoras para investimentos em atualização tecnológica e despesas de manutenção do parque de equipamentos;
- Formar receitas próprias com a venda de patrocínio, apoios culturais, comercialização de conteúdos ( cd's, dvd's) e licenciamento de marcas para investimentos em marketing;
- Captação de recursos junto a fundações internacionais e nacionais para projetos experimentais;
- Buscar doações de pessoas físicas e jurídicas para promoção de campanhas públicas;
- Organizar a prestação de contas de forma pública e propor ferramentas e práicas que possam tornar a gestão dos pontos e pontões de cultura mais ágil.
30 comments
Post a commentBem-vindos!
Sejam bem-vindos ao Diplô na Rede. Faço parte da equipe do Pontão, do IPF. Nossa intenção é que esta rede social aproxime os pontos de cultura de todo o Brasil e possibilite a troca de experiências e produções. O trabalho de vocês parece muito interessante! Sugiro que vocês postem alguns materiais seus (como imagens, textos, vídeos...), para que os demais pontos conheçam seu trabalho. Na comunidade "Tudo num espaço" temos um blog em que vocês poderão postar esse tipo de conteúdo livremente. Sintam-se em casa! Grande abraço
Textos sobre TV Pública
Podemos editar teus textos sobre a TV Pública no espaço reservado para a questão da Comunicação e Democracia?!
Um abraço
é livre...
hello
I am Rosaline,i found it very interesting to be in this site (pontoporponto.org.br) and saw your add. I felt interested to know you more. I am 23 years old and never been married before. I don't care about the age of the man who will love me for real, age is just a number as what matters to me is real love and affections.I want a relationship with a man who is caring, affectionate, passionate, and who will make me feel like a real woman. I will send a couple of my pictures and also tell you more about myself as soon as i read from you on my private email address: (Rosaline_lbm@yahoo.com) for further communications. Rosaline
I WANT THE TRUE LOVE
A menor intenção de ser melhor, já é AMOR.
Data: 22 de novembro de 2010 15:58
Assunto: [foruns-eja] FW: Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário Enviado por Carlos Rodrigues Brandão...segue. * Gente amiga de perto e de longe,*
**
*Passo a passo, ezstamos caminhando.*
*Estejamos **junt@s* *!*
**
*Carlos Brandão*
***Amigos/as * *O presidente Lula assinou ontem o decreto que criou o Sistema Nacional de
Comércio Justo e Solidário. Uma grande conquista da luta popular pela
consolidação e expansão da Economia Solidária no Brasil. * **
*Abraços a todos/as.* **
*Euclides Mance* Economia solidária brasileira é exemplo para o
mundo Presidente Lula durante reunião Plenária do Conselho Nacional de Economia
Solidária, realizada no Palácio do Planalto em Brasília (DF). Foto: Ricardo
Stuckert/PR O Brasil agora tem o primeiro Sistema de Comércio Justo e
Solidáriodo
mundo reconhecido e fomentado pelo Estado, graças ao decreto assinado
pelo presidente Lula durante a reunião plenária doConselho Nacional de
Economia Solidária (CNES),
realizada nesta quarta-feira (17/11) em Brasília (DF). Com ele será possível
consolidar e ampliar as políticas públicas para o setor e tornar perenes as
conquistas dos trabalhadores brasileiros, disse o presidente durante o seu
discurso na solenidade. Na oportunidade, também foi assinado decreto
instituindo o Programa Nacional de Incubadoras de
Cooperativas
. O Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário é um conjunto de parâmetros
a serem seguidos na execução de políticas públicas voltadas à geração de
trabalho e renda por meio de ações de promoção da economia solidária e do
comércio justo. Entre seus objetivos estão: apoiar processos de educação
para o consumo com vistas à adoção de hábitos sustentáveis e à organização
dos consumidores para a compra dos produtos e serviços do comércio justo e
solidário; fortalecer uma identidade nacional de comércio justo e solidário,
por meio da difusão do seu conceito e do exercício das práticas que lhe são
inerentes; e favorecer a prática do preço justo para quem produz,
comercializa e consome. A economia solidária, afirma o presidente, é uma alternativa para a geração
de emprego e renda, além de importante saída para incentivar o País a adotar
hábitos sustentáveis de comércio, que seja justo e solidário. O Brasil já é
referência mundial no assunto desde 2003, quando foi criada a Secretaria
Nacional de Economia Solidária. E a ação só se tornou bem sucedida, afirmou
Lula, porque o governo instituiu um diálogo permanente com a sociedade civil
para construir as políticas públicas necessárias. Valeu a pena todo o esforço realizado por este governo para fortalecer a
economia solidária no Brasil. Mas é preciso reconhecer que ainda há muito a
ser feito. A atuação desse Conselho Nacional de Economia Solidária e a
realização periódica das Conferências Nacionais certamente vão continuar
garantindo as condições para que trabalhadores e trabalhadoras do País
possam construir uma rede de economia solidária cada vez mais sólida e
sustentável. Ouça aqui a íntegra do discurso do presidente:
Baixar arquivo mp3 Para ler a íntegra da transcrição do discurso, clique
aqui
. Lula explicou, ainda, que a grande aceitação de seu governo por parte dos
brasileiros se deu por iniciativas como essa, que beneficiam diretamente a
população, e pela relação de honestidade que estabelecida com a sociedade
desde o início do governo. Aos trabalhadores do comércio solidário, Lula
agradeceu a crença em seu governo e pediu para que continuem acreditando,
pois, segundo ele, a presidente eleita, Dilma Rousseff, “fará mais e melhor”
a partir de janeiro de 2011. Na hora em que a gente estabelece essa relação verdadeira, em que eu olho
nos olhos de vocês e vejo que vocês não estão mentindo para mim e vocês
olham em meus olhos e veem que eu não estou mentindo para vocês, está
consolidada a coisa mais perfeita de nossa passagem pela Terra, que é a
confiança entre os seres humanos. Porque no fundo, no fundo, só vale a pena
ser presidente da República se as pessoas que te elegeram confiarem em você. _______________________________ Euclides André Mance
www.solidarius.com.br/mance
euclidesmance@yahoo.com
_______________________________ --
Leila Maria
_______________________
A menor intenção de ser melhor, já é AMOR.
"...Paz sem voz, Não é paz, é medo!"*
Balanço do movimento em torno da Cultura Digital brasileira
culturadigital.br/movimento/2011/01/28/minc-da-tropicalia-a-bossa-nova-pontao-da-eco-e-aline-carvalho-convidam/
festival internacional cultura digital
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Avaaz chega a 8,2 milhões! Grandes vitórias contra a corrupção, pela democracia e mais...
www.scribd.com/doc/48808533/?press Mobilização 2.0: a voz da Avaaz, Página 22 FGV
pagina22.com.br/index.php/2011/04/mobilizacao-avaaz/ Militância online, Revista Criativa:
revistacriativa.globo.com/Revista/Criativa/0,,EMI167448-17375,00-MILITANCIA+ONLINE.html A vez dos militantes 2.0, Correio Brasiliense:
www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2010/06/02/interna_tecnologia,195711/index.shtml Cerca de 72 mil aderem à petição que critica Bolsonaro, Estadão:
www.estadao.com.br/noticias/nacional,cerca-de-72-mil-aderem-a-peticao-que-critica-bolsonaro,702182,0.htm Cobertura da camapanha anti-corrupção na Índia, The Hindu (em inglês)
avaaz.org/the_hindu_hazare_launch Artigo "Anjo do Dia", La Republica (em espanhol):,
avaaz.org/republica_angel_of_the_day Iniciativa de Cidadãos Europeus, Le Monde (em francês)
www.avaaz.org/le_monde_eci Veja outras matérias na imprensa aqui:
www.avaaz.org/po/media.php Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar. A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter. Esta mensagem foi enviada para erikcineasta@gmail.com. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, envie um email para info [@]t avaaz.org. Não quer mais receber nossos alertas? Clique aqui para remover o seu email. Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
Apagão - Salve a Internet hoje
águia na cabeça
Sua irmã
Beijos.
Carlinha.
OLÁ IRMÃ
XPTA.LAB
A solução testada foi desenvolvida pela equipe do projeto Cinema Digital do Lavid. A tecnologia permite a manipulação de imagens em resoluções acima de 4K (4096 X 2160 pixels) por meio de softwares que servem para armazenar, transmitir e executar imagens com estereoscópica (3D).
A tecnologia é um dos primeiros resultados do projeto Cinema Digital. Este projeto pertence ao Grupo de Trabalho de Visualização Avançada da RNP que é financiado pela Rede Nacional de Pesquisa. O Grupo de Trabalho tem como parceiros a Pós-Graduação em Cinema da Universidade Mackenzie e o Laboratório de Arquitetura e Redes de Computadores da USP. A coordenação do GT é do professor Guido Lemos da UFPB.
Para a realização dos testes, o Lavid firmou uma parceria com o Laboratório de Realidade Virtual da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, coordenador pelo professor Sílvio Bezerra. Durante os testes foram utilizados os projetores deste laboratório onde foi exibido um conteúdo de um jogo de futebol com resolução 4K 3D produzido pela Pós-Graduação em Cinema da Universidade Mackenzie.
Os testes foram acompanhados pelo gerente de comunicações e aplicações avançadas da RNP, Leandro Ciuffo; coordenador de P&D da RNP, Tiago Salmito; coordenador do Laboratório de Realidade Virtual, Sílvio Bezerra; coordenador do Projeto, Guido Lemos; Gerente do Projeto, Alexandre Nóbrega; entre outros.
A maior contribuição da tecnologia testada está no barateamento da infraestrutura para distribuição e exibição de filmes em 4K 3D e, consequentemente, uma popularização do processo de distribuição e exibição do cinema digital.
Atualmente os filmes cinematográficos analógicos são gravados em película de 32 milímetros. O valor da cópia de um filme custa entre 1.500 e 2.500 dólares. Por meio da digitalização, o cinema oferece novas possibilidades. A solução apresentada pelo Lavid oferece uma economia na infraestrutura da sala de exibição, com a utilização de um computador e projetor digital UHD.
Na parte da produção com a necessidade do filme em formato digital e não mais em película, o processo é acelerado pelo uso de ferramentas de edição computacionais. Ainda esta nova tecnologia facilita o processo de distribuição uma vez que o filme pode ser enviado aos exibidores por meio de redes de alta velocidade. A solução desenvolvida no Lavid torna Brasil um dos atores no cenário internacional da disputa tecnológica do cinema digital.
Governo prepara medidas para incrementar a TV digital
Governo prepara medidas para incrementar a TV digital
06/01/2012 |
Lúcia Berbert
Telesíntese PPB do Ginga, reativação do Comitê de Desenvolvimento e nova política para conversores são algumas delas. Preocupado com o andamento da implantação da TV digital no país, o governo prepara medidas para incrementar os trabalhos no intuído de garantir o cumprimento do cronograma, que prevê o desligamento do sinal analógico em 2016. Uma das providências será o relançamento do Comitê de Desenvolvimento da TV Digital, que não se reúne há três anos. Segundo o assessor especial da Casa Civil, André Barbosa, esse comitê é o responsável pela definição de questões importantes, como a harmonização das normas, suítes de testes e ações da TV digital popular, que precisam ser retomadas. A expectativa é de que o fórum volte a deliberar de forma permanente para assegurar o sucesso da TV digital na Copa das Confederações e eleições municipais deste ano; na Copa do Mundo e nas eleições presidenciais de 2014. Um dos temas de maior destaque a ser discutido é a definição de financiamento para as pequenas emissoras e retransmissoras, que não conseguem atender as exigências para ter acesso à linha de crédito ofertada hoje pelo BNDES, consigam crédito para comprar os equipamentos necessários para migração ao sistema digital. “Sem um projeto que contemple as pequenas empresas, muitas vezes com estrutura familiar, será difícil cumprir a data prevista do switch off”, avalia Barbosa. Interatividade
Outra medida que deverá ser tomada nos próximos dias é a obrigatoriedade da inclusão do Ginga nos aparelhos de televisão fabricados no Brasil. Atualmente, nem todos os aparelhos saem de fábrica prontos para a interatividade. A expectativa é de que no próximo ano, 75% dos televisores já saiam das fábricas com o middleware de interatividade instalado por meio de Processo Produtivo Básico (PPB). Em 2013, esse percentual alcançaria 100% dos aparelhos. Porém a popularização da TV digital requer uma política mais agressiva do governo em relação à comercialização subsidiada dos conversores (sep-top box). A decisão anterior de que o mercado acabaria resolvendo a questão não se revelou eficiente, já que os aparelhos ainda são ofertados no mercado a preços proibitivos para a população de baixa renda. Segundo André Barbosa, o país vai acompanhar de perto a segunda licitação do governo argentino para compra de perto de um milhão de conversores – no caso da Argentina, são equipamentos mídia center, que permitem acesso à internet -, que deve ter a participação de empresas brasileiras, para rediscutir a política a ser adotada aqui. Mas não há previsão de que esses equipamentos sejam distribuídos gratuitamente, como acontece na Argentina. “A ideia é voltar a discutir o subsídio dos sep-top box por meio de fidelização de aplicativos, como já foi examinado pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal”, disse Barbosa. Participe do e-Fórum enviando sugestões de pautas, informes, notas, eventos para a agenda e críticas. Escreva para imprensa@fndc.org.br.
PPB para incluir o Ginga nos televisores continua em negociação
PPB para incluir o Ginga nos televisores continua em negociação
12/01/2012 |
Lúcia Berbert
Telesíntese Ministro Fernando Pimentel disse que ainda há divergências entre governo e indústria O governo ainda não fechou o texto do Processo Produtivo Básico (PPB) que obrigará a inclusão do middleware da interatividade da TV digital – o Ginga – na fabricação de aparelhos com isenção fiscal. Na reunião desta quinta-feira (12) entre os ministros Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; e Paulo Bernardo, das Comunicações, não houve avanços. “Tem uma reivindicação da indústria de que o prazo proposto no texto que passou por consulta pública, de que começasse a valer a partir de julho deste ano, fosse adiado, mas ainda estamos discutindo”, disse Pimentel. Ele garantiu que o PPB vai sair de qualquer jeito. Fontes do setor informam que a reivindicação dos fabricantes é de que a obrigatoriadade do Ginga deveria valer apenas para os televisores conectados, o que alcançaria um número pequeno de aparelhos. O governo acha esta proposta muito tímida e pretende fazer com que o Ginga seja implementado nos aparelhos da TV aberta. A discussão é o prazo e o volume de agregação. O secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Virgílio Almeida, que também participou da reunião, prevê que a portaria com o PPB do Ginga saia ainda este mês. Participe do e-Fórum enviando sugestões de pautas, informes, notas, eventos para a agenda e críticas. Escreva para imprensa@fndc.org.br.
ciber-intervenção ametista
conselho de segurança da ONU
samba enredo mangueira 2009
BELO
Publicado por: Usina Belo Monte Comente | Nenhum Comentário A Revista Exame, voltada para economia e negócios, trouxe na edição desta semana, matéria que questiona o interesse do cineasta James Cameron pela Amazônia. Com o título “O mala da selva está (quase) sempre na hora certa e no lugar certo”, o texto pondera sobre os motivos pelos quais o cineasta americano não atua com a mesma intensidade pela preservação do meio ambiente em seu próprio país, ou na China, que produzem, juntos, 40% de todo o gás carbônico emitido no planeta. Crítico do projeto de construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no Rio Xingu, Cameron teve como ponto de partida para seu discurso ambientalista a realização do filme Avatar, longa-metragem de maior bilheteria da história. Segundo o texto assinado por Roberto Amado, da revista Alfa, o filme foi construído em torno de “mensagens a favor de uma antiquada tese pela internacionalização da Amazônia”. Aos argumentos em torno do impacto da obra no entorno do empreendimento, da quantidade de eletricidade a ser produzida pelas turbinas da UHE Belo Monte e do destino desta energia, Roberto Amado observa, em seu artigo na Exame, que o projeto passou por mais de 20 anos de discussão e a decisão do governo brasileiro de iniciar a execução do projeto incluiu a modernização de alguns aspectos tecnológicos da construção. “Muitos técnicos, políticos e especialistas brasileiros apoiaram ou questionaram Belo Monte. Opiniões pró e contra devem mesmo se confrontar e, principalmente, procurar a transparência”, destaca o autor do texto da Exame. Segundo Amado, James Cameron explicaria seu envolvimento no debate sobre Belo Monte a partir de queixas do cacique Raoni Txucarramãe contra a aprovação do projeto. Já o motivo pelo qual Cameron não faz seus protestos nos EUA e na China, a resposta seria a defesa de “um tesouro do planeta”, além do pedido de ajuda de “alguns amigos brasileiros”. “Não se sabe quem pediu ajuda, nem mesmo se isso aconteceu, mas Cameron pretende dá-la, de qualquer maneira”, arremata a matéria. www.blogbelomonte.com.br/2011/11/03/revista-exame-questiona-intencoes-do-cineasta-james-cameron-na-amazonia/ PROPOSTA PARA CRIAÇÃO DO INSTITUTO DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO SOCIAL DO CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU.
Descentralizar poder, com manejo estratégico situacional, significa constantemente realizar:
Balanço de gestão politica (avaliação das demandas politicas, qualidade da democracia…), com sistematicidade (realidade compartimentada, visão global e situacional).
Balanço de intercâmbio (eficácia das ações, métodos e amplitude – fruição, reflexão, produção), com espaços para elaboração de projetos e formação de nucleos de experimentação de novos modelos dimensionais.
Balanço econômico (formas compensatórias, habilidades tecnopoliticas e planejamento nas condições vigentes). OBS: curso de gestão de politicas publicas (vassouras - RJ) - A333
ataque a UPP da mangueira
atualizado em 05/11/2011 21:48 ImprimirEnviarComentários (0) Bando passa soltando o aço em cima de policiais num dos acessos ao Morro do Tuiuti
A 18ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Mangueira não completou nem 48 horas de inaugurada e já sofreu com os ataques dos bandidos. Na madrugada de ontem, PMs da UPP foram atacados a tiros por bandidos num dos acessos ao Morro do Tuiuti, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio. Houve troca de tiros e perseguição. Valdênio Godinho Bezerra da Silva, de 20 anos, conhecido como Neném, foi baleado nas pernas e acabou preso. Ele seria ‘cria' da Favela do Arará, em Benfica. No confronto, um policial militar foi atingido de raspão e há suspeita de que outro criminoso também tenha sido baleado. Segundo o comandante da UPP Mangueira/Tuiuti, capitão Leonardo Nogueira, seis bandidos roubaram um Corolla preto, por volta das 22h de sexta-feira, na área da 20ª DP (Vila Isabel). Pouco depois da meia-noite, três marginais passaram no veículo pela Rua São Luiz Gonzaga, atirando contra policiais que estavam baseados em um dos acessos ao Tuiuti. O bando só parou quando entrou com o veículo em uma vila sem saída. O carro foi abandonado com pelo menos três tiros na lataria e os pneus do lado direito furados. Os outros dois bandidos, ainda não identificados, conseguiram fugir por uma abertura no muro, que dá acesso à localidade Vila Miséria, no Morro da Mangueira. O soldado Amorim foi ferido de raspão por um tiro no ombro direito. Segundo seus colegas de UPP, ele foi levado para o Hospital Central da PM, no Estácio, mas passa bem. A ocorrência foi registrada na 6ª DP (Cidade Nova). ‘Eu já tinha alertado' O comandante da UPP, capitão Leonardo Nogueira, revelou que havia alertado os policiais a manterem a atenção durante a madrugada. "Na minha preleção aos meus comandados antes de ir embora eu tinha alertado que eles tivessem atenção total nesse início de trabalho. Temos que estar sempre alertas", recordou o oficial, que havia deixado a Mangueira por volta das 23h30 de sexta-feira e teve que voltar às 2h para acompanhar o caso. Moradores não falaram Moradores do Morro da Mangueira ficaram assustados com os tiros e não quiseram falar sobre o ataque à viatura da UPP. Muitos permaneceram em suas casas e até evitaram descer para ver o que estava acontecendo. De acordo com o comandante da UPP, capitão Leonardo Nogueira, homens do 4º BPM (São Cristóvão), que auxiliaram na ação de ontem, reforçaram o patrulhamento nos principais acessos da comunidade e do Morro do Tuiuti. www.youtube.com/watch?v=vANNsK5CCnw "novo modelo UPP" padrão original erikcineasta - curso serpro Metodologias ágeis: planejamento (agenda setting)
reduzir incertezas
dinâmica
estimativas Configurações de trabalho em equipe: lista de tarefas
prazos
micro-planejamento
macro-planejamento
acompanhamento Arquitetura flexível: feedback (o que acham?)
análises de satisfação
melhoramentos
potencialização de ações Conexões: entre pessoas
métodos
tecnologias Pré-requisitos: integração contínua
integração social
desenvolvimento de idéias
documentação de processos
programação em redes
projeção constante Interoperabilidade: padrões abertos: processos de elaboração abertos
publicado e disponivel
sem limitação a sua reutilização
padrões internacionais: extensibilidade
estabilidade/confiabilidade Comunidades: inicialização de ambientes: grupo (entidades)
soluções
direcionamento: integração de definições
alinhamento de projetos
reuso de soluções
controle de desenvolvimento colaborativo: estrutura básica
padrões de implementação
decisões de projetos
recursos
niveis de participação www.ltds.ufrj.br/inovabr com formação de redes em integração com servidores da saúde, educação, entre outros…
OBS: cargos comissionados para captação de recursos em leis de incentivo: FAT, FUST, etc… (não precisa de ONGS) Universidade Federal do Rio de Janeiro
A Escola de Comunicação (ECO) da UFRJ realiza sua aula inaugural sobre “Mídia e violência” nos dias 26 e 27 de março das 9 às 18 horas. …
www.ufrj.br/detalha_noticia.php?codnoticia=7210 – Em cache
MINHA TESE DE CONCLUSÃO DO REFERIDO SEMINÁRIO:
A mudança histórica na apreensão da midia na relação entre pobreza e crime, os efeitos sociais da narrativa do crime frente a abordagem dos grandes grupos de comunicação que criam alienação social através da banalização e simplificação da violência, deixando de levar em conta os fatores estruturais e do conjunto, fixando-se em um objeto ou fato e não abrangendo o todo, apenas considerando a relação da audiência com o criminoso, a vitima e o estado, gerando informações parciais com condescendencia da sociedade diante da impunidade e de justiçamentos, desconhecendo quase sempre a situação que envolve o conflito, gera o medo como fator de alimentação da própria violência. Humanizar a comunicação da violência é colocar-se na situação de um residente de favela, a criminalização da pobreza, transformando o pobre em ameaça social ou como um pobre conformado (honesto, feliz e alienado) é uma bipolaridade esquizo, que precisa de ajustamento através de uma midia coletiva, ordenadora, com impacto junto ao conjunto da sociedade. A falta de política de prevenção ao incentivo a violência pela utilização da rebeldia da juventude, instigada através de mensagens subliminares, deve ser passível de investigação ( apuração da noticia, formas de narração de um fato, modos de relação com as fontes e recursos utilizados), os erros da midia e as formas de reparação deveriam levar em conta os interesses corporativos (financeiros, politicos, internacionais, de marketing ou publicitários). A midia que está surgindo através da internet, vai romper com o ciclo de uma sociedade tangida como gado, a inventividade e a capacidade de articulação das comunidades facilita a inserção no território urbano e a troca de experiências e vivências, abrindo diálogo através de novas bases tecnológicas e afetivas do ponto de vista da inclusão subjetiva e da produção de novos discursos, signos, moda… A utilidade das imagens sobre violência na midia atual sustenta a indústria do medo e suas explorações políticas, econômicas, psicológicas e sociais – precisamos da visão de dentro da favela, dando margem a novas midias para novos sujeitos do discurso, a inclusão da vivência através de políticas comunitárias como forma de expressar os sentimentos de exclusão social ou de gênero, leva a novas políticas editoriais, como sendo uma forma de cobertura anti-violência, que tenha na produção da comunidade o equilibrio que faltava contra os abusos da grande midia.
STF julga Classificação Indicativa nesta quarta-feira
STF julga Classificação Indicativa nesta quarta-feira
29/11/2011 |
Christina Velho
Andi - Agência de Notícias dos Direitos da Infância Mecanismo de orientação às famílias sobre a programação da televisão está ameaçado por ação que questiona constitucionalidade do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). PTB e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) argumentam que a Classificação Indicativa fere a liberdade de expressão. Governo e entidades da sociedade civil vêem risco de grave retrocesso nos direitos à comunicação das crianças e adolescentes brasileiros. Há quatro anos vigora uma importante política pública de comunicação apoiada na Constituição Federal e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). É a Classificação Indicativa dos programas de entretenimento, que estabelece a vinculação entre faixa etária e horário de exibição na televisão aberta (para saber mais acesse www.andi.org.br/politicas-de-comunicacao/publicacao/classificacao-indicativa-elementos-para-um-debate-plural). Fruto de extensa negociação entre governo, empresas de comunicação e sociedade civil, o atual sistema de classificação implementado pelo Ministério da Justiça tem como uma de suas principais peças de sustentação o artigo 254 do ECA, que estabelece penalidades para as emissoras que não cumprirem a regra. Nesta quarta-feira (30/11), o Supremo Tribunal Federal (STF) decide se o artigo 254 é ou não constitucional e, portanto, se a Classificação Indicativa, na prática, seguirá valendo (sem penalidades, as emissoras poderão definir suas grades de programação da forma que melhor entenderem). Quem move o debate
O pedido para a retirada do artigo é de 2001 (ADI 2404), e foi protocolado pelo PTB. Quando se coloca em dúvida se um artigo ou lei é constitucional, só um partido político pode questionar o Supremo. O processo tramitava lentamente, mas em maio deste ano uma petição da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) acelerou o andamento. A Abert reiterou a petição do PTB como “amicus curiae”, ou amigo da corte. Essa qualificação é concedida às organizações consideradas legítimas e representativas em relação a um determinado assunto – e os pedidos são admitidos quando o tribunal considera que a questão debatida tem impacto sócio-político relevante. Diversas organizações da sociedade civil – ANDI, Conectas Direitos Humanos, Instituto Alana, INESC, Intervozes e Artigo 19 – entraram também com pedido de “amicus curiae”, defendendo a constitucionalidade do artigo 254 do ECA e, por conseguinte, a Classificação Indicativa. Na petição aceita pelo ministro Dias Toffoli, relator da ADI 2404, as organizações demonstram que a Classificação Indicativa, além de já ter sido incorporada como prática pelas emissoras de radiodifusão, obedece aos princípios da comunicação social previstos no artigo 221 da Constituição. Nele está estabelecido, por exemplo, que a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão devem dar preferência a finalidades “educativas, artísticas, culturais e informativas [...] e respeitar valores éticos e sociais da pessoa e da família.” O que está em jogo
A Classificação Indicativa reconhece este preceito básico e, como resultado, assegura às famílias o poder de decisão sobre a exposição – ou não – de seus filhos a determinados conteúdos da programação. Ao mesmo tempo, como está vinculado às faixas de horário, o mecanismo cria um “período protegido” para as crianças e adolescentes. Os dados demonstram que este tipo de recurso é cada vez mais relevante: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 175,5 milhões de pessoas, ou 92,4% da população brasileira, declararam ter assistido televisão em 2008, sendo que 42,9% delas dedicaram mais de três horas por dia à atividade. Nesse grupo, as crianças e adolescentes registraram os maiores índices de consumo, com 58% delas ultrapassando as mais de três horas diárias diante da telinha. O que estabelece a Classificação Indicativa
O Ministério da Justiça é responsável pela política de Classificação Indicativa desde 1990. A portaria 1.220, de 11 de julho de 2007, que vigora até hoje, resultou de amplo e qualificado debate e trouxe importantes inovações. - Uma delas é a chamada auto-classificação: as emissoras têm a prerrogativa de, elas próprias, indicarem ao Departamento de Classificação do ministério qual a faixa etária adequada para um determinado programa de entretenimento que será lançado (uma novela ou uma mini-série, por exemplo) – cabe ao Estado supervisionar esse processo, validando ou não a classificação original. - Outro diferencial é que o Estado Brasileiro não tem poder para proibir a veiculação de nenhuma atração – o máximo que a Classificação pode fazer é levar o programa para a faixa posterior à meia-noite (ou seja, não há lugar para a censura no atual ordenamento jurídico brasileiro) - Também é inovadora a obrigação de respeito ao horário de verão e aos fusos horários da localidade onde está sendo exibida a atração. - E, pela primeira vez na história do país, a portaria fez valer a vinculação obrigatória entre horário de exibição e faixa etária. - Vale lembrar, por fim, que a Classificação Indicativa não tem qualquer alcance sobre os conteúdos jornalísticos – o que elimina qualquer risco de violação à liberdade de imprensa. Para saber mais acesse: www.andi.org.br/politicas-de-comunicacao/publicacao/manual-da-nova-classificacao-indicativa Liberdade de expressão em foco
Garantir o direito de crianças e adolescentes a comunicação de qualidade, com respeito às especificidades típicas de seu processo de desenvolvimento nada tem a ver com censura ou restrição à liberdade de expressão. A determinação de faixas de horário para conteúdos com cenas de sexo, uso de drogas ou violência visa simplesmente limitar a veiculação de imagens que podem ter impacto negativo na formação desse público, nos horários em que mais estão expostos à mídia. No cenário internacional, há atualmente um respeitável acúmulo de conhecimento em relação a essa convergência de direitos – deixando claro que é possível harmonizar, no cenário jurídico das nações, a liberdade de expressão e a proteção dos segmentos etários mais vulneráveis. Entre outros exemplos, é possível mencionar a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, já em 1978, estabelecendo não haver conflito entre as medidas que definem horários específicos para a veiculação de certos conteúdos audiovisuais e a Primeira Emenda (texto da constituição norte-americana que cuida da liberdade de expressão). A sentença também considera ser legítimo o poder regulatório do órgão responsável por implementar as medidas e impor eventuais punições a seu descumprimento, a FCC (Federal Communications Comission). Brasil não está sozinho
Inúmeras democracias adotam, há muito tempo, sistemas similares ao da Classificação Indicativa. Estudo recente da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) assinala que a existência de mecanismos de proteção aos segmentos mais jovens da população diante dos conteúdos televisivos são freqüentes nas legislações nacionais (acesse o documento em www.andi.org.br/politicas-de-comunicacao/documento/o-ambiente-regulatorio-para-a-radiodifusao-uma-pesquisa-de-melhor). Na Europa, países como Inglaterra, Alemanha, França e Suécia são referência em relação ao tema – o qual, por sinal, é um dos pontos centrais da Diretiva Audiovisual Sem Fronteiras, da União Européia, que define os parâmetros para o setor em todo o continente. Nas Américas, nações como Canadá, Estados Unidos, Jamaica, Chile e Argentina adotam o modelo – vale ressaltar que a Convenção Interamericana de Direitos Humanos traz artigo que orienta expressamente os países membros a adotarem medidas de proteção às crianças frente a programações televisivas inapropriadas. Para acompanhar o andamento do processo no STF acesse:
www.stf.jus.br/portal/processo/verProcessoAndamento.asp?incidente=1902202 Edição: Veet Vivarta Participe do e-Fórum enviando sugestões de pautas, informes, notas, eventos para a agenda e críticas. Escreva para imprensa@fndc.org.br.
"tia eulalia: o império do divino"
menu:portfólio:foto tia eulalia
roteiro e direção: erikcineasta
qualificação
Cineasta, roteirista e diretor de filmes de ficção, documentários e programa de tv, coordenador da central pública de audiovisual (tv brasil/bienal da U.N.E), ator, graduado em cinema, elaborador e estruturador da escola de video do ponto de cultura Circo voador, elaborador de sistemas de comunicação (abrangência nacional com pontos de tv, radio e midia on-line em software livre a partir do centro cultural Cartola), produtor cultural, ativista de memória da história das escolas de samba do Rio de Janeiro, pesquisador em novos sistemas para mídias digitais. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Diretor/Roteirista
- Ponto Brasil (02 programas de tv) – Roteiro e direção de Matérias- 2007 – Produtora: Tv Brasil/Canal Integración - Mosaico (03 progamas de tv) – Roteiro e direção de matérias – 2006 – Produtora: Tv Brasil/Canal Integración - Tia Eulália (longa-metragem documental) – Roteiro e Direção – 2005 – Produtora: Fora do Eixo Cooperativa de Cinema - A Cidade do Samba (longametragem/série para TV) – Dir: Jodelle Larcher – Roteiro e Primeiro Assistente de Direção – Ano: 2001 – Produtora: Estúdios Mega/Tibet Filmes/Innova - Estorvo (longametragem) – Dir: Ruy Guerra – Estágio de Direção – Ano: 1998 Produtora: Skylight - O Elogio da Loucura (curtametragem) – Roteirista/Diretor – Ano: 2003 – Produtora: Duarte Filmes - Três Poemas Eróticos de Drummond (curtametragem) – Roteirista/Diretor – Ano: 2002 – Produtora: Revista Sexy - A Mulher do Malandro Fugiu com o Otário (curtametragem) – Roteirista/Diretor/Ator – Ano: 2000 – Produtora: Curso de cinema da Universidade Estácio de Sá - Portela Raiz e Frutos (curtametragem) – Roteirista/Diretor – Ano: 1998 – Produtora: Curso de cinema da Universidade Estácio de Sá Coordenador
- Vila da vida (curtametragem) – coordenador do curso – Ano: 2007 – Produtora: Ponto de cultura Circo Voador FORMAÇÃO ACADÊMICA - Tecnólogo em Cinema – Universidade Estácio de Sá – Rio de Janeiro – RJ – 1997 – 2001
- Técnico em Contabilidade – Curso Técnico Profissionalizante Lemos de Castro – Rio de Janeiro – RJ – 1987 – 1989
- Curso de Preparação de Oficiais da Reserva – CPOR – Rio de Janeiro – RJ – 1989
- Gestão pública de cultura – COMCULTURA/RJ – 2009 erikcineasta@gmail.com Nome completo:eriksandroalvesdeoliveira Estado:Rio de Janeiro
direitos autorais
significativo na consolidação de novas estruturas de comunicação no
Brasil. Precisamos estar cientes da necessidade de articulação que
envolvam todos os setores envolvidos nos mecanismos que estão sendo
desenvolvidos coletivamente e ampliar os esforços na busca de
melhorias que atendam todos interesses que se apresentam na
complexidade do diálogo inter-categorias e do mercado da economia
criativa. O compartilhamento das informações visando a re-qualificação
da estrutura criativa, observando padrões de produção cada vez mais
sofisticados, qualificação técnica de alto nivel, originalidade na
manipulação de elementos que conduzem a um ambiente de interatividade
artística com informações fragmentárias e recompostas de forma
colaborativa, caracterizando um modelo não-linear de absorção e
amplificação de conhecimento multidisciplinar.
O princípio da neutralidade que rege o ambiente web e que estabelece
padrões de horizontalidade nas trocas de conteúdos, fortalecendo o
direito ao acesso a informação, cultura e conhecimento, são modos de
transferência que ampliam a sensação de segurança. A assimetria entre
empresas e autores, pode ser resolvida a partir da construção de
câmaras setoriais de observação e negociação permanentes, fazendo
mapeamentos de todas as áreas, conferências específicas e alinhamento
dos setores. Os direitos de propriedade intelectual são desrespeitados
por falta de consciência sobre os benefícios que a fruição artística
leva para todas as áreas do saber humano, a criação de fundos
específicos para modelos integrados que contemplem todas as formas de
suportes de difusão, resguardando o direito a liberdade de expressão,
direitos patrimoniais, titularidade, direito de sequência (pois a
convenção de Berna protege todas as obras derivadas como se fosse a
própria), me leva a acreditar que o estabelecimento de uma forma
consensual de resolução de conflitos (direito consuetudinario), poderá
flexibilizar os modos de negociação.
Uma ampla gama de perspectivas se abrem nos campos da multimidia,
possibilitada pelo ambiente digital e pela formação de novas redes de
comunicação, os formatos alternativos que surgem precisam de
organismos eficientes no estabelecimento de margens de condução das
alterações dos mecanismos que regulamentam o setor. Não se pode com
isso acabar com o fomento ao acesso de obras de expressão popular,
dando suporte materiais para o surgimento de novos ambientes de
criação e linguagem que conduzam a uma legitimação dos artistas.
Estabelecer mecanismos de consulta com organismos internacionais
associado a novas estruturas e re-significações de velhos padrões,
incorporando mecanismos de gestão e inclusão permanentes, através da
apreensão cognitiva da propriedade intelectual, pois trata-se da
natureza jurídica de obra intelectual complexa, vai simplificar as
normas que especificam os direitos.
Erik Oliveira
HUB - frederico cardoso
A linguagem
HUB APRESENTAÇÃO O Projeto “Audiovisual – A linguagem Hub” tem como objetivo promover a democratização do acesso, a aproximação e a reflexão crítica acerca dos bens e saberes culturais, sociais, políticos, históricos e artísticos da sociedade através dos tempos, utilizando-se da produção e da exibição audiovisual, além de outros recursos, como utilização das redes sociais. Pretendemos desenvolver cursos para jovens e adultos, abarcando: (1) produção de filmes digitais de curta duração;
(2) realização de sessões cineclubistas;
(3) debates que apresentem e envolvam os participantes, tendo em vista questões contemporâneas da sociedade;
(4) curso Livre de Audiovisual. A partir do desenvolvimento e barateamento do acesso às novas tecnologias de comunicação, a cultura digital tornou-se cada vez mais presente em nosso cotidiano. Essa maior facilidade de acesso difundiu o hábito de consumir cultura (baixar e assistir filmes, ouvir música e ler livros online, etc.), mas também aumentou as possibilidades de se produzir cultura, colocando em cena outros universos e interesses. A linguagem audiovisual ganhou assim novos conteúdos, com o crescimento de uma produção popular de filmes nos mais diversos suportes (cinema, vídeo, internet, etc.). A ampliação da produção, no entanto, coloca como grande desafio a abertura de espaços para exibição dessas obras e os cineclubes / a atividade cineclubista são, sem dúvida, o espaço ideal para essa democratização do audiovisual. Acreditamos que o cineclubismo proporciona não apenas o encontro para sociabilidade e apreciação de filmes, mas também a criação de um espaço para debate de rumos estéticos, sociais e artísticos. A atividade cineclubista será aliada à experiência prática de produção de filmes de curta duração e servirá como experiência piloto, a partir da qual os participantes da ação serão estimulados a criar novos cineclubes, em outros espaços, para extravasar, compartilhar e reelaborar seus novos conhecimentos. No campo da produção, implantar um núcleo de planejamento e realização é o caminho traçado, a fim de potencializar expressões dos freqüentadores e alimentar o ambiente criativo audiovisual do Rio de Janeiro. Atrelado a estes aspectos e criando liga entre eles, Curso Livre de Cinema em formato de módulos, permitindo ao interessado montar sua grade de acordo com seu tempo disponível e interesse específico. Através das variadas (novas e consagradas) formas de expressão, o projeto trabalhará o conteúdo fílmico, no sentido de colocar o Mundo Contemporâneo em pauta nas conversas e trabalhos da comunidade. A proposta é que o público seja impactado pela cultura, história e experiências diversas impressas nos filmes e possa levar a cabo em suas atitudes, conversas e aspirações o pertencimento à sociedade de forma tão contundente quanto harmônica. O projeto prevê ainda a publicação de um blog a ser alimentado pelos oficineiros, instrutores, participantes e usuários com informações sobre: o dia a dia do projeto (e de seus desdobramentos); textos estudados e vídeos produzidos nas oficinas; análise de obras cinematográficas trabalhadas; agenda e notícias, sobretudo culturais. Desta forma, também esperamos instigar a aproximação com as ferramentas virtuais e as novas mídias com que ela permite lidar. No Curso e na Produção, o projeto pode atingir diretamente até 50 pessoas por semestre. Nas exibições audiovisuais, nos debates temáticos (encontro com periodicidade semanal) e na utilização de ferramentas virtuais, este número se multiplica (e a multiplicação é ampliada cada vez mais a partir da constituição de novos cineclubes pelos participantes). Somando o processo de produção alinhado à prática da exibição cineclubista, com a sensibilização dos participantes sobre sua condição de cidadãos ativos, esperamos criar um espaço de convivência e troca de conhecimento através da produção de filmes realizados pelos participantes, dos filmes exibidos e dos debates promovidos, que potencialize a existência de outros espaços com os mesmos objetivos. Para a realização integral do projeto, será buscada a parceria de Consulados de países latino-americanos com representação no Rio de Janeiro, Universidades, outros cursos, festivais de cinema nacionais e estrangeiros, além de instituições e pessoas interessadas. Centro Cultural Cartola – Agora imagine tudo isto dentro de um complexo sócio-cultural com a envergadura do Centro Cultural Cartola. Imagine uma sala de projeção funcionando todos os dias da semana, em todos os horários do dia com viés cineclubista – ou seja, se abrindo para conversas posteriores às sessões em todos os horários, capitaneadas pelos próprios espectadores e orientadas pela equipe. Um cineclube único no mundo. Imagine um canal na web, transmitindo todo o conteúdo audiovisual produzido para o mundo. Imagine os debates editados e disponibilizados no mesmo canal da web. O audiovisual amalgamando no real e no virtual, em perfeita complementaridade. JUSTIFICATIVA Seja pelas afinidades político-ideológicas dos governos, seja pela necessidade comum de fortalecimento sócio-econômico, ou ainda pelo aumento exponencial do fluxo de informação e pessoas, os países experimentam uma aproximação inédita em suas histórias. Tornou-se então premente no Brasil a busca por estratégias para superar este distanciamento (inclusive e principalmente distâncias culturais) e protagonizar um movimento de interação pelo audiovisual. O audiovisual é um competente veículo de produção e transmissão de conhecimentos, realidades, culturas e idéias e, acima de tudo, veículo poderoso por ser capaz de atingir a um só tempo diversas pessoas em diferentes lugares do globo terrestre. À medida que se tornam acessíveis as tecnologias audiovisuais, através do barateamento e popularização de câmeras fotográficas, celulares, câmeras amadoras de vídeo e webcams, bem como expandido o acesso a internet, jovens e adultos, até então completamente à margem do conhecimento tecnológico e todos os seus benefícios - múltiplas possibilidades de aprendizado e expressão que ele oferece - encontram-se agora em posição oportuna para manifestarem-se social e artisticamente. A falta de acesso à exibição do cinema, no entanto, permanece sendo um grave problema. As salas comerciais de cinema se concentram hoje em apenas 8% do território nacional, com ingressos caros, que inviabilizam a freqüência da maior parte da população; a TV exibe uma quantidade muito reduzida de obras audiovisuais brasileiras, latinas, européias e a maioria dos filmes produzidos no país permanecem inéditos para grande parte de sua população. Uma alternativa para o acesso a essa imensa e diversa produção cultural é o cineclube, uma reunião de pessoas interessadas em assistir filmes, que decidem juntas o que exibir, programam e divulgam as sessões, organizam o espaço para receber o público, passam os filmes e discutem juntas sobre o que aqueles filmes lhes dizem. O cineclubismo já conta com uma larga experiência de trabalho em escolas, funcionando tanto como espaço de apoio ao trabalho pedagógico como enquanto espaço de sociabilidade e aprendizado extra-classe, contribuindo para a ampliação dos horizontes dos estudantes e para o seu engajamento em uma atividade ao mesmo tempo lúdica e informativa. A interação com as escolas é, portanto, um caminho tão imprescindível quanto natural. OBJETIVOS • Realizar oficinas de produção audiovisual e de cineclubismo, para até 50 participantes (número exato de vagas a definir, a partir da estrutura disponível na Escola);
• Criar um cineclube permanente na Escola, aberto ao público;
• Inaugurar cineclubes na comunidade do entorno, abertos ao público;
• Realizar intercâmbio social e cultural através dos produtos audiovisuais assistidos e produzidos; de festivais de cinema; de parcerias internacionais;
• Fundar Escola Livre de Cinema;
• Inaugurar sala de cinema com funcionamento cineclubista. OBJETIVOS ESPECÍFICOS • Oferecer orientação técnica e estética sobre produção audiovisual, disponibilizando equipamentos para experimentação dos conteúdos apresentados;
• Contribuir para a ampliação do entendimento sobre os usos do cinema e das novas tecnologias na produção do conhecimento dentro e fora da salas de aula;
• Oferecer orientação sobre a organização do cineclube, pôr em discussão o papel social do cineclubismo e incentivar a criação de cineclubes pelos participantes em suas comunidades;
• Apresentar alternativas já experimentadas e discutir novas alternativas para a continuidade e sustentabilidade dos cineclubes criados;
• Disponibilizar acervos de filmes e vídeos produzidos que tenham como tema ou pano de fundo questões contemporâneas, possibilitando a identificação do público e difundindo informações sobre os países;
• Promover a noção de pertencimento e estimular o interesse mais geral pelas diversas culturas humanas;
• Apoiar a inserção dos participantes nas redes de produção e exibição de audiovisual popular, inclusive mostras e festivais;
• Colaborar na aproximação entre a Escola e a comunidade, através da divulgação e manutenção do cineclube;
• Divulgar as experiências dos participantes, disponibilizando no blog do Projeto os filmes produzidos, o conteúdo das aulas e notícias atualizadas sobre o cotidiano dessa ação;
• Estimular a atuação dos participantes junto à sua comunidade e à Escola, com a criação de novos cineclubes no próprio bairro e nos bairros do entorno;
• Instigar nos participantes o interesse pelo audiovisual, o hábito da pesquisa e o protagonismo social. METODOLOGIA
(*) Escola Livre de Cinema em documento separado O trabalho com cada turma do projeto terá duração de um ano, com um encontro semanal, aos sábados, em horário integral, envolvendo os três eixos de atividades abaixo descritos: EIXO PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: teoria e prática de escrita de roteiro; teoria e prática com câmera; prática de gravação de som; teoria e prática em linguagem audiovisual, prática com metodologias de produção; prática em gravação; teoria e prática em montagem e edição. EIXO CINECLUBISMO: prática de montagem de equipamentos de projeção em DVD; cuidados e manutenção dos equipamentos de projeção; preparação de evento de exibição; estudo dos perfis de público; montagem de programações / curadoria; noções de direitos autorais em exibições públicas; ética na difusão de produtos audiovisuais; como divulgar sessões de acordo com o perfil do público; controles de participação do público / ocupação da sala; diversificação das atividades; sustentabilidade cineclubista; como mediar debates; preparação de relatórios de sessão. EIXO NOSSO MUNDO: exposições e debates a partir da apresentação de obras cinematográficas, com a participação de pesquisadores brasileiros, pesquisadores estrangeiros no Brasil e realizadores. Oficinas de línguas, a partir de filmes exibidos sem legenda. Exposições sobre artes, relações internacionais, história e geografia. Intercâmbio estudantil. AVALIAÇÃO DE PROCESSO
(*) Escola Livre de Cinema em documento separado O Projeto será avaliado permanentemente pela sua coordenação e colaboradores, através dos indicadores e instrumentos abaixo. • Inscrição / Interesse – avaliação anual / semestral:
o Número de vagas abertas X inscrições realizadas;
o Número de participantes selecionados X evasão ao longo do ano;
o Questionário geral de avaliação do Projeto.
• Oficina de audiovisual (avanços na confecção de roteiros, análise técnica e decupagem de produção e direção, gravação de filmes, finalização de filmes) – avaliação diária e semanal:
o Acompanhamento em campo;
o Questionário de avaliação de expectativa;
o Lista de presença;
o Registros em foto e vídeo.
• Oficina de cineclubismo (avanços na organização e divulgação das sessões semanais na Escola, pesquisa de acervos cinematográficos, pesquisa de público, engajamento no mapeamento de novos espaços para cineclubismo, implantação de cineclubes na comunidade) – avaliação diária e semanal:
o Acompanhamento em campo;
o Questionário de avaliação de expectativa;
o Lista de presença;
o Registros em foto e vídeo.
• Eixo Nosso Mundo (participação, produção de textos, atualização do blog) – avaliação mensal e semestral:
o Questionário de avaliação de expectativa;
o Lista de presença;
o Registros em foto e vídeo.
• Sessões regulares – avaliação mensal:
o Números de expectadores;
o Relatórios de sessão;
o Registros em foto e vídeo;
o Questionário de avaliação pelo público.
• Exibição dos filmes da turma em mostras, festivais e outros – avaliação semestral / anual:
o Número de festivais e mostras em que os filmes foram inscritos;
o Número de filmes exibidos e premiados;
o Repercussão nos meios de comunicação;
o Registros em foto e vídeo.
• Acompanhamento dos grupos de produção e exibição formados – avaliação mensal:
o Número de encontros realizados;
o Número de sessões realizadas;
o Número de filmes produzidos;
o Participação do público nas sessões na comunidade;
o Relatório quantitativo e qualitativo;
o Repercussão nos meios de comunicação;
o Registros em foto e vídeo. COMUNICAÇÃO DO PROJETO Terá como instrumento principal o blog, a ser atualizado e alimentado com a colaboração dos participantes das oficinas. O blog será divulgado através das redes sociais na internet (Facebook, Orkut, Twitter, Youtube, etc.). Além dos instrumentos virtuais, serão utilizados os seguintes materiais de divulgação:
• Panfletos;
• Cartazes;
• Releases para imprensa.
conexões globais 2.0
Please type the two words below