Renata,
Tudo bem? Estou aqui olhando o sol pôr-se na serra de Ubatuba, nesta véspera de feriadão, pensando nas coisas que rolaram na Teia 2007 e concluindo que conhecer os Pontos de Cultura é algoimpossível!!!! Mas há quem tente, como seu maior progenitor, meu caro Célio Turino, o peregrino da cultura que vai de um a outro procurando a construção contínua desta divertida colcha de diversidades! Vamos nos perder juntos por estes assuntos!
Beijos
Edu
Cris de Deus (unauthenticated user)
10 May 2009, 7:25
Chegando
Olá Renata, eu de fato não faço parte de nenhum ponto de cultura, porém se não fizer mal eu gostaria de estar por aqui interagindo e aprendendo com vcs... Já comecei aprendendo hein!!! Bjus
Oi Renata. Valeu pelas boas-vindas. Quero aproveitar a oportunidade de estar aqui para divulgar meus trabalhos e conhecer iniciativas parecidas que possam nos inspirar em trabalhos por aqui. Estamos com um projeto aguardando julgamento em um edital... é também de uma rede social, daí vim parar aqui. To achando muito interessante... Pode contar comigo para movimentar este espaço. Um abraço.
Olá Renata
Obrigado e vamos em frente pq temos muito trabalho...rs
beijos
Ana Paula (unauthenticated user)
20 May 2009, 14:18
Ola Renata!
Oi Renata, tudo bem?
você nao me conhece rsrs sou amiga da Paula santos, e ela me passou seu contato! Ela me falou um pouco do projeto do instituto (diplo na rede), e eu achei muito interessante. Gostaria de lhe dizer que se precisar de alguma colaboraçao na area de traduçao do Francês para o Português, estou as ordens. Eu moro em Paris ha pouco de Dois anos e tenho um bom conhecimento da Lingua.
Obrigada,
Abraços
Ana
Teotonio Roque (unauthenticated user)
4 June 2009, 21:23
Olá
Que bom estamos juntos... "o camonho se faz ao caminhar" caminhemos então...
teo
Saudações Renata,
agradeço o carinho com o qual me recepcionou nesta rede, coloco-me ao dispor da amiga para colaborar com as ações e iniciativas desta valorosa organização.
Um abraço,
J-Fiel
Produtor Executivo de Atividades Culturais
UFRJ/MEC
jorge.fiel@oi.com.br
Estamos aqui aprendendo a usar a Rede e espero que a gente consiga uma ótima interação. Essa semana vou colocar o material da oficina aqui em Fortaleza e as fotos! Aguarde as novidades!! bjs e obrigada pela atenção!
KAREN MELO (unauthenticated user)
27 December 2009, 12:9
ONG PROCURA NO CEARÁ COVA COLETIVA COM 1000 VÍTIMAS DO REGIME MILITAR
ONG PROCURA NO CEARÁ COVA COLETIVA COM 1000 VÍTIMAS DO SÍTIO CALDEIRÃO MORTAS PELO EXÉRCITO EM 1937
"As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado
O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA
No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, para quem não sabe, houve também um crime idêntico ao do “Araguaia”, contudo em piores proporções, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato JOSÉ LOURENÇO, seguidor do padre Cícero Romão Batista.
O CRIME DE LESA HUMANIDADE
A ação criminosa deu-se inicialmente através de bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como se ao mesmo tempo, fossem juízes e algozes.
A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS
Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que: a) seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade, c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história, d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos
A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO
A Ação Civil Pública inicialmente foi distribuída para o MM. Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal na cidade de Juazeiro do Norte/CE, e lá chegando, foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009.
AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5
A SOS DIREITOS HUMANOS inconformada com a decisão do magistrado da 16ª Vara de Juazeiro do Norte/CE, apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife, com os seguintes argumentos: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão, é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta no ano de 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007;
A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA
A SOS DIREITOS HUMANOS, a exemplo dos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão.
A “URCA” E A “UFC” PODEM ENCONTRAR A COVA COLETIVA
A Universidade Regional do Cariri – URCA, pelo Laboratório de Pesquisa Paleontológica – LPPU bem como a Universidade Federal do Ceará podem encontrar a cova coletiva, pois têm tecnologia para tal.
PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR
E porque ninguém deseja procurar a COVA? Seria porque as vítimas são "meros nordestinos católicos"?
COMISSÃO DA VERDADE ATRAVÉS DO PROJETO CORRENTE DO BEM
A SOS DIREITOS HUMANOS pede que todo aquele que se solidarizar com esta luta que repasse esta notícia para o próximo internauta bem como, para seu representante na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando dos mesmos um pronunciamento exigindo que o Governo Federal informe a localização da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, ou nos apóie com suporte técnico para encontrá-la.
Paz e Solidariedade,
Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197 – 8719.8794
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
10 comments
Olá
(unauthenticated user)
Chegando
Quero aproveitar a rede
Olá!
Estamos chegando! Obrigada pelas boas-vindas!
Valeu!
beijos
(unauthenticated user)
Ola Renata!
você nao me conhece rsrs sou amiga da Paula santos, e ela me passou seu contato! Ela me falou um pouco do projeto do instituto (diplo na rede), e eu achei muito interessante. Gostaria de lhe dizer que se precisar de alguma colaboraçao na area de traduçao do Francês para o Português, estou as ordens. Eu moro em Paris ha pouco de Dois anos e tenho um bom conhecimento da Lingua.
Obrigada,
Abraços
Ana
(unauthenticated user)
Olá
teo
(unauthenticated user)
Obrigado!
agradeço o carinho com o qual me recepcionou nesta rede, coloco-me ao dispor da amiga para colaborar com as ações e iniciativas desta valorosa organização.
Um abraço,
J-Fiel
Produtor Executivo de Atividades Culturais
UFRJ/MEC
jorge.fiel@oi.com.br
Olá Renata!
(unauthenticated user)
ONG PROCURA NO CEARÁ COVA COLETIVA COM 1000 VÍTIMAS DO REGIME MILITAR
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!" Otoniel Ajala Dourado O MASSACRE APAGADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, para quem não sabe, houve também um crime idêntico ao do “Araguaia”, contudo em piores proporções, foi o MASSACRE praticado por forças do Exército e da Polícia Militar do Ceará no ano de 1937, contra a comunidade de camponeses católicos do Sítio da Santa Cruz do Deserto ou Sítio Caldeirão, que tinha como líder religioso o beato JOSÉ LOURENÇO, seguidor do padre Cícero Romão Batista. O CRIME DE LESA HUMANIDADE A ação criminosa deu-se inicialmente através de bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como se ao mesmo tempo, fossem juízes e algozes. A AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA PELA SOS DIREITOS HUMANOS Como o crime praticado pelo Exército e pela Polícia Militar do Ceará foi de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO / CRIME CONTRA A HUMANIDADE é considerado IMPRESCRITÍVEL pela legislação brasileira bem como pelos Acordos e Convenções internacionais, e por isso a SOS - DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza - Ceará, ajuizou no ano de 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo que: a) seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) sejam os restos mortais exumados e identificados através de DNA e enterrados com dignidade, c) os documentos do massacre sejam liberados para o público e o crime seja incluído nos livros de história, d) os descendentes das vítimas e sobreviventes sejam indenizados no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO A Ação Civil Pública inicialmente foi distribuída para o MM. Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, redistribuída para a 16ª Vara Federal na cidade de Juazeiro do Norte/CE, e lá chegando, foi extinta sem julgamento do mérito em 16.09.2009. AS RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5 A SOS DIREITOS HUMANOS inconformada com a decisão do magistrado da 16ª Vara de Juazeiro do Norte/CE, apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife, com os seguintes argumentos: a) não há prescrição porque o massacre do Sítio Caldeirão, é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos das vítimas do Sítio Caldeirão não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do Czar Romanov, que foi morta no ano de 1918 e encontrada nos anos de 1991 e 2007; A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA A SOS DIREITOS HUMANOS, a exemplo dos familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo desaparecimento forçado de 1000 pessoas do Sítio Caldeirão. A “URCA” E A “UFC” PODEM ENCONTRAR A COVA COLETIVA A Universidade Regional do Cariri – URCA, pelo Laboratório de Pesquisa Paleontológica – LPPU bem como a Universidade Federal do Ceará podem encontrar a cova coletiva, pois têm tecnologia para tal. PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR E porque ninguém deseja procurar a COVA? Seria porque as vítimas são "meros nordestinos católicos"? COMISSÃO DA VERDADE ATRAVÉS DO PROJETO CORRENTE DO BEM A SOS DIREITOS HUMANOS pede que todo aquele que se solidarizar com esta luta que repasse esta notícia para o próximo internauta bem como, para seu representante na Câmara municipal, Assembléia Legislativa, Câmara e Senado Federal, solicitando dos mesmos um pronunciamento exigindo que o Governo Federal informe a localização da COVA COLETIVA das vítimas do Sítio Caldeirão, ou nos apóie com suporte técnico para encontrá-la. Paz e Solidariedade, Dr. OTONIEL AJALA DOURADO
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197 – 8719.8794
Presidente da SOS - DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
www.sosdireitoshumanos.org.br
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